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Destaques

Maledicência: os murmuradores da vida alheia

                         A meledicência é uma imperfeição da alma. Falar da vida alheia parece, muitas vezes, um hábito inofensivo. Um comentário aqui, uma crítica ali, uma conversa sobre o comportamento de alguém que nem sequer está presente para se explicar. Mas, quando nos acostumamos a procurar os defeitos do próximo e a divulgá-los, transformamos a palavra em instrumento de julgamento e nos afastamos dos ensinamentos de Jesus. A pessoa maledicente é maldosa. Em O Evangelho Segundo o Espiritismo , capítulo 10, itens 9 e 11, encontramos importantes reflexões sobre o argueiro e a trave no olho e sobre a advertência de Jesus: “Não julgueis, para que não sejais julgados”. O Mestre também nos convida a refletir sobre a própria conduta ao afirmar que aquele que estiver sem pecado atire a primeira pedra. A maledicência é justamente isso: esmiuçar a vida alheia, destacando os erros, interpretando as atitudes pelo lado mais des...

O Maior Tesouro


"O que vale ao homem ganhar o mundo todo e perder sua alma?"

"Mais fácil um camelo passar no fundo da agulha  que um rico entrar no reino dos céus" - JESUS

À primeira vista, o Mestre parece condenar as riquezas e o conforto material, mas, na verdade, Deus, em Sua infinita misericórdia, concedeu à humanidade os bens da Terra — desde as minas de ouro até as águas cristalinas, das flores delicadas aos talentos grandiosos.

O Senhor permite o uso desses recursos, pois é generoso, mas alerta que eles não devem ser instrumentos de ociosidade, usura ou vaidade. As riquezas são tesouros confiados à inteligência humana para serem utilizados de forma justa e abençoada.

Para Deus, a alma humana tem um valor infinitamente maior que qualquer riqueza terrena. Por isso, Ele coloca cada um em diferentes provas: a alguns retira quase tudo para que aprendam o valor do trabalho, da inteligência e da humildade; a outros concede bens materiais para que aprendam a aplicá-los com sabedoria, ajudando seus irmãos.



O mundo é uma escola onde se aprende a administrar os recursos sem cair na ambição e no orgulho. Possuir bens é uma grande responsabilidade espiritual, mas empregá-los para o bem e para o amor ao próximo é motivo de glória.

Se recebestes a missão de administrar riquezas, faze-o com respeito e consciência de que tudo pertence a Deus. Um dia, todos deixarão a Terra rumo a novas lições, mas nunca se esqueça: o maior tesouro do Pai és tu!

Estudo Relacionado: O Apego das Posses 

Por Alexandre Cunha - O Homem no Mundo

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