Pular para o conteúdo principal

👉 O seu livro Espírita está aqui:

Destaques

Entre o Orgulho e a humildade: a escolha que define destinos

No capítulo 7 de O Evangelho Segundo o Espiritismo , intitulado “Bem-aventurados os pobres de espírito”, encontramos um dos ensinamentos mais profundos e ao mesmo tempo mais mal compreendidos do Cristo. Quando Jesus declara: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus”, Ele não está exaltando a ignorância intelectual, nem incentivando a falta de esforço pelo conhecimento. Ao contrário, está nos convidando a refletir sobre a humildade — essa virtude silenciosa que sustenta todas as demais. Ser “pobre de espírito” é ser simples de coração. É não se considerar acima de ninguém. É compreender que, diante de Deus, todos somos aprendizes em diferentes estágios da jornada evolutiva. A tendência humana, entretanto, é outra: é a de se crer acima de tudo e de todos. O orgulho é uma sombra que nos acompanha desde as experiências mais primitivas. Ele se manifesta quando acreditamos que sabemos mais, que somos melhores, que nossa dor é maior, que nossa opinião é superio...

A Evolução dos Espíritos e a Transmigração das Almas


O progresso é uma das leis da natureza onde todos os seres da criação, animados e inanimados, estão submetidos a vontade de Deus.

Os Espíritos percorrem um longo caminho evolutivo, passando por diferentes estágios de desenvolvimento moral e intelectual. Não são criados perfeitos; ao contrário, iniciam a sua jornada na ignorância e progridem gradativamente, por meio das múltiplas experiências que vivem ao longo de suas existências.

A ideia de que os Espíritos devem passar obrigatoriamente pela condição humana em sua primeira encarnação não é correta. Eles percorrem os diversos reinos da natureza em um processo de aprendizagem contínua, mas sua individualidade consciente e sua responsabilidade moral surgem apenas quando alcançam a fase humana.

A passagem dos Espíritos pelos diferentes reinos da natureza não deve ser entendida como uma transmigração literal das almas, onde um Espírito humano poderia reencarnar em um corpo animal. Isso não ocorre, pois há uma distinção essencial entre a alma dos animais e a do homem. O progresso espiritual se dá sempre em uma linha ascendente, e não por retrocesso a formas de vida inferiores.

O desenvolvimento do Espírito ocorre gradativamente, à medida que ele adquire conhecimento e moralidade. No início, ele possui apenas instintos; mais tarde, desenvolve sensações e percepções, até alcançar a fase da razão e do livre-arbítrio. Ao atingir a condição humana, o Espírito tem consciência de sua existência, responsabilidade por seus atos e a capacidade de acelerar sua própria evolução por meio do esforço pessoal e das escolhas que faz.

Os Espíritos podem evoluir mais rapidamente ou de maneira mais lenta, conforme sua vontade e o uso que fazem do livre-arbítrio. Aqueles que se esforçam para progredir não avançam no caminho da perfeição, enquanto os que permanecem presos aos vícios e à ignorância retardam sua evolução. No entanto, nenhum Espírito está condenado eternamente ao erro, pois a lei divina é de justiça e misericórdia, permitindo a todos a oportunidade de avanço na sua jornada espiritual.

A cada nova existência, o Espírito tem a chance de reparar passados ​​equívocos, desenvolver virtudes e se aproximar cada vez mais da perfeição. Esse é o propósito da reencarnação: proporcionar aprendizado, aprimoramento e evolução, sempre rumo à plenitude espiritual.

Ao mesmo tempo que os seres vivos progridem moralmente, os mundos que eles habitam progridem materialmente. A terra seguindo essa lei, esteve material e moralmente num estado inferior ao que está hoje, e atingirá, sob esse duplo aspecto, um grau mais avançado. Ela atingiu um dos períodos de transformação, em que, de mundo expiatório, se tornará mundo regenerador, então os homens serão felizes, poque a Lei de Deus nela reinará. (Santo Agostinho, Paris, 1862)

A substância do perispírito não é a mesma em todos os globos. Ela pode ser mais ou menos etérea. Passando de um mundo para o outro, o Espírito se reveste da matéria própria de cada um, com a rapidez de um relâmpago.

Segundo os Espíritos, a terra é um dos globos do sistema planetário, onde os habitantes são os menos avançados, física e moralmente. Marte seria ainda inferior e Júpiter o mais superior em relação a todos.

O sol não é habitado por seres corporais, mas um local de reunião dos Espíritos superiores que, de lá, irradiam seus pensamentos para os outros mundos, que dirigem por intermédio de Espíritos menos elevados, transmitindo-os a estes por intermédio do fluido universal. O sol é um foco de eletricidade e todos os sóis parecem estar numa posição idêntica.

Vários Espíritos que animaram pessoas conhecidas na terra, disseram estar encarnadas em Júpiter, um dos mundos mais próximos da perfeição. Muitos desses homens quando na terra não eram considerados elevados na opinião do nosso mundo.

Considera-se:

  1. Que certos Espíritos que habitam aquele planeta podiam ter sido enviados para terra para cumprir uma missão;
  2. Que eles podem ter melhorado, e a passagem na terra foi a transição direta para esse mundo;
  3. Que nesse mundo, como no nosso existem diferentes graus de adiantamento, e que nesses graus, pode haver a mesma distância que separa o selvagem e o homem civilizado, não quer dizer está em Júpiter pode considerá-lo avançado.


Fonte de estudo: Livro dos Espíritos - Allan Kardec - Questões 187 e 188

Comentários

Volta às Aulas Amazon

Volta às Aulas Amazon
Frete Grátis

Ler ficou simples: Descubra o Kindle

Ler ficou simples: Descubra o Kindle
#anúncio

L'Oréal Paris Elseve Óleo Extraordinário Finalizador

L'Oréal Paris Elseve Óleo Extraordinário Finalizador
Brilho Intenso para Todos os Tipos de Cabelo

CAMISETAS AFETIVAS

CAMISETAS AFETIVAS
Estampas Exclusivas

Assine o Amazon Music #Anúncio

Assine o Amazon Music #Anúncio
3 Meses Grátis!

Instagram

Postagens mais visitadas