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Destaques

Maledicência: os murmuradores da vida alheia

                         A meledicência é uma imperfeição da alma. Falar da vida alheia parece, muitas vezes, um hábito inofensivo. Um comentário aqui, uma crítica ali, uma conversa sobre o comportamento de alguém que nem sequer está presente para se explicar. Mas, quando nos acostumamos a procurar os defeitos do próximo e a divulgá-los, transformamos a palavra em instrumento de julgamento e nos afastamos dos ensinamentos de Jesus. A pessoa maledicente é maldosa. Em O Evangelho Segundo o Espiritismo , capítulo 10, itens 9 e 11, encontramos importantes reflexões sobre o argueiro e a trave no olho e sobre a advertência de Jesus: “Não julgueis, para que não sejais julgados”. O Mestre também nos convida a refletir sobre a própria conduta ao afirmar que aquele que estiver sem pecado atire a primeira pedra. A maledicência é justamente isso: esmiuçar a vida alheia, destacando os erros, interpretando as atitudes pelo lado mais des...

Psicografia - Jesus

 


JESUS,

Divino Senhor - fez-se humilde servo da Humanidade.

Pastor Supremo - nasceu na manjedoura singela.

Ungido de Providência - preferiu chegar ao planeta, no espesso manto da noite, para que o mundo não visse a corte celestial.

Orientador nas Esferas Resplandecentes - rejubilou-se na casinha rústica de Nazaré.

Construtor do Orbe Terrestre - manejou serrotes anônimos de uma carpintaria desconhecida.

Prometido dos Profetas - escolheu a simplicidade para instituir o Reino de Deus. 

Luzeiros das Almas - consagrou longos anos à preparação e à meditação, a fim de ensinar às criaturas o caminho da redenção.

Verbo Sagrado do Principio - submeteu-se à limitação da palavra humana para iluminar o mundo.

Sábio dos sábios - valeu-se de pescadores pobres e simples para transmitir aos homens a divina mensagem.

Mestre dos mestres - utilizou-se da cátedra da Natureza, entre árvores acolhedoras e barcos rudes, disseminando as primeiras lições do Evangelho Renovador.

Majestade Celeste -  conviveu com infelizes e desalentados da sorte.

Príncipe do Bem - não desdenhou as vítimas do mal, amparando mulheres desventuradas e sentando-se à mesa de pecadores envilecidos.

Instrutor de Entidades Angélicas - andou com a multidão de leprosos, estropiados e cegos de todos os matizes.

Administrador da Terra - ensinou o respeito a Cesar, consagrando a ordem e santificação à hierarquia.

Benfeitor das Criaturas - recebeu a calúnia, o ridículo, a ironia, o desprezo público, a prisão dolorosa e o inquérito descabido.

Amigo Fiel - viu-se sozinho, no extremo testemunho.

Juiz Incorruptível - não reclamou contra os falsos julgamentos de sua obra.

Advogado do Mundo - acolheu a cruz injuriosa.

Ministro Divino da Palavra - adotou o silêncio, ante a ignorância dos seus perseguidores.

Dono do Poder - rogou perdão para os próprios algozes.

Médico Sublime - suportou chagas sanguinolentas.

Jardineiro de Flores Eternas - foi coroado por espinhos cruéis.

Companheiro Generoso - recebeu açoites e bofetadas.

Condutor da Vida - aceitou o crucifixo ente ladrões.

Emissário do Pai - manteve-se fiel a Deus até o fim.

Mensageiro da Luz Imortal -  escolheu o coração amoroso e renovado de Madalena para espalhar na Terra as primeiras alegrias da ressurreição.

Mordomos dos Bens Eternos - em precisando de alguém para colaborar com os seus seguidores sinceros, busca Saulo de Tarso, o perseguidor, e transformado no amigo incondicional.

Coordenador da Evolução Terrestre - necessitando de trabalhadores para as missões especializadas, procura os Ananias da fé, os Estevão do trabalho e os Barnabés anônimos da cooperação.

Missionário Infatigável da Redenção Humana - foi sempre e ainda é o maior servidor dos homens de todos os tempos e civilizações da Terra.

Recordando o Mestre Divino, convertamo-nos ao seus Evangelho de Amor, para que a sua luz nasça na manjedoura de nossos corações pobres e humildes! E, edificados no seu exemplo, abracemos a cruz de nossos preciosos testemunhos, marchando ao encontro do Senhor, no iluminado Pai da Ressurreição Eterna!

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O texto acima ditado pelo Espírito André Luiz ao médium Francisco Cândido Xavier, exalta a humildade e o amor incondicional de Jesus Cristo, destacando sua missão como o maior servidor da humanidade. Embora sendo o Senhor Supremo, ele escolheu a simplicidade, conviveu com os sofredores, perdoou seus algozes e aceitou o sofrimento em nome da redenção humana. Seu exemplo de amor e sacrifício inspira a conversão ao Evangelho, convidando-nos a seguir sua luz e carregar nossa própria cruz com fé, rumo à ressurreição eterna. 

O texto está contido no Livro "Coletâneas do Além" lançado em 1945 e atualmente relançado pela Editora Lake.

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