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Destaques

Maledicência: os murmuradores da vida alheia

                         A meledicência é uma imperfeição da alma. Falar da vida alheia parece, muitas vezes, um hábito inofensivo. Um comentário aqui, uma crítica ali, uma conversa sobre o comportamento de alguém que nem sequer está presente para se explicar. Mas, quando nos acostumamos a procurar os defeitos do próximo e a divulgá-los, transformamos a palavra em instrumento de julgamento e nos afastamos dos ensinamentos de Jesus. A pessoa maledicente é maldosa. Em O Evangelho Segundo o Espiritismo , capítulo 10, itens 9 e 11, encontramos importantes reflexões sobre o argueiro e a trave no olho e sobre a advertência de Jesus: “Não julgueis, para que não sejais julgados”. O Mestre também nos convida a refletir sobre a própria conduta ao afirmar que aquele que estiver sem pecado atire a primeira pedra. A maledicência é justamente isso: esmiuçar a vida alheia, destacando os erros, interpretando as atitudes pelo lado mais des...

A Virtude


A Virtude comporta o conjunto de todas as qualidades essenciais que constituem o homem de bem.

O homem virtuoso é bom, caridoso, moderado e modesto. Pois aquele que exibe sua virtude, não é virtuoso, pois lhes falta a qualidade principal, que é a modéstia, e que tem o vício mais contrário que é o orgulho.

São as enfermidades morais que desornam e atenua as qualidades do homem virtuoso.Por isso devemos afastar de nossos corações o pensamento de orgulho, da vaidade, do amor próprio que acabam com as mais belas qualidades.

Grandes homens como São Vicente de Paulo, foram virtuosos mas ignoravam o fato e se deixavam ir na corrente de inspiração e praticavam o bem com um desinteresse completo. Essa é a verdadeira virtude Cristã e Espírita.

O homem que faz o bem, sente no fundo do coração, uma satisfação íntima, mas quando essa satisfação é exteriorizada para recolher elogios, ela se degenera em amor próprio.

" A Virtude é uma graça que desejo a todos espíritas sinceros, mas lhe direi: Mais vale menos virtudes com a modéstia do que muitas com orgulho. Foi pelo orgulho que as humanidades sucessivas se perderam, e é pela humildade que elas, um dia, deverão se redimir" -
                                                                       (Froncois-Nicolas-Madeleine, Paris, 1863)

OHNM

Bibliografia: Evangelho Segundo o Espiritismo- Allan Kardec - Capítulo 17 item 8

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