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Entre o Orgulho e a humildade: a escolha que define destinos

No capítulo 7 de O Evangelho Segundo o Espiritismo , intitulado “Bem-aventurados os pobres de espírito”, encontramos um dos ensinamentos mais profundos e ao mesmo tempo mais mal compreendidos do Cristo. Quando Jesus declara: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus”, Ele não está exaltando a ignorância intelectual, nem incentivando a falta de esforço pelo conhecimento. Ao contrário, está nos convidando a refletir sobre a humildade — essa virtude silenciosa que sustenta todas as demais. Ser “pobre de espírito” é ser simples de coração. É não se considerar acima de ninguém. É compreender que, diante de Deus, todos somos aprendizes em diferentes estágios da jornada evolutiva. A tendência humana, entretanto, é outra: é a de se crer acima de tudo e de todos. O orgulho é uma sombra que nos acompanha desde as experiências mais primitivas. Ele se manifesta quando acreditamos que sabemos mais, que somos melhores, que nossa dor é maior, que nossa opinião é superio...

O Homem no Mundo


 Purificai vosso coração! Não permitais que nele se demorem pensamentos vãos ou fúteis. Elevai vosso espírito a Deus, para que, encontrando em vós a disposição necessária, Ele possa semear abundantemente a verdade e fazer florescer em vosso íntimo os frutos da caridade e da justiça.

A espiritualidade convida o homem à prece e à reflexão, mas nunca ao isolamento ou à fuga das responsabilidades do mundo. Ele deve viver entre seus semelhantes, integrando-se à sociedade e ao tempo em que foi colocado. O convívio com pessoas de diferentes naturezas e temperamentos é parte essencial do aprendizado terreno. Não deveis vos chocar com aqueles que pensam de maneira distinta, mas aprender a conviver com respeito e compreensão. Sede alegres e felizes, mas com a paz que nasce da consciência tranquila, com a felicidade daquele que reconhece sua jornada espiritual e avança serenamente em direção à sua verdadeira herança.

A virtude não se manifesta na rigidez de gestos ou na renúncia à vida. Não é preciso rejeitar os prazeres simples e legítimos que a existência oferece. O essencial é que cada ato seja iluminado pela presença do Criador. Antes de iniciar qualquer tarefa, elevai vosso pensamento a Ele, pedindo proteção e discernimento. Ao concluí-la, agradecei pela força que vos permitiu avançar.

Que vossa conduta seja sempre guiada pela lembrança da origem divina de todas as coisas. Que nenhum pensamento ou ação se cumpra sem a inspiração do bem, pois somente assim vossos passos serão verdadeiramente abençoados.

Cristo ensinou que a perfeição se encontra na caridade absoluta. E a caridade só pode ser vivida plenamente no contato com o próximo, pois é nos desafios da convivência que se revelam as maiores oportunidades de crescimento espiritual. Aquele que escolhe a solidão voluntária priva-se desse aprendizado e, ao voltar-se apenas para si mesmo, corre o risco de se afundar no egoísmo.

Viver sob o olhar de Deus não exige sacrifícios desnecessários, nem abdicação da felicidade. Pelo contrário, o homem deve aproveitar os momentos de alegria que a vida lhe oferece, desde que neles não haja nada que desonre sua consciência ou fira aqueles que o cercam. Deus é amor e abençoa aqueles que vivem e amam com pureza de coração


Base de Estudo: Capítulo do Evangelho Segundo o Espiritismo: O Homem no Mundo - Allan Kardec - Capítulo 5 - Item 26
       

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