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Entre o Orgulho e a humildade: a escolha que define destinos

No capítulo 7 de O Evangelho Segundo o Espiritismo , intitulado “Bem-aventurados os pobres de espírito”, encontramos um dos ensinamentos mais profundos e ao mesmo tempo mais mal compreendidos do Cristo. Quando Jesus declara: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus”, Ele não está exaltando a ignorância intelectual, nem incentivando a falta de esforço pelo conhecimento. Ao contrário, está nos convidando a refletir sobre a humildade — essa virtude silenciosa que sustenta todas as demais. Ser “pobre de espírito” é ser simples de coração. É não se considerar acima de ninguém. É compreender que, diante de Deus, todos somos aprendizes em diferentes estágios da jornada evolutiva. A tendência humana, entretanto, é outra: é a de se crer acima de tudo e de todos. O orgulho é uma sombra que nos acompanha desde as experiências mais primitivas. Ele se manifesta quando acreditamos que sabemos mais, que somos melhores, que nossa dor é maior, que nossa opinião é superio...

Fatalidade

 


A fatalidade está ligada ao livre-arbítrio e às escolhas feitas pelo Espírito antes de reencarnar. Durante o planejamento encarnatório, o Espírito, junto com seus mentores, define os desafios que enfrentará na Terra para sua evolução, como doenças, tragédias ou relações difíceis. Contudo, essas provas podem ser atenuadas ou modificadas de acordo com as atitudes e aprendizado durante a vida.

Embora alguns aceitem aliviar suas tentativas de demonstrar progresso moral e espiritual, outros, por desejo de evolução, optam por mantê-las como forma de exemplo e superação. A fatalidade verdadeira é no momento da morte, definida por Deus, mas os acontecimentos da vida podem ser influenciados por nossas escolhas e vigilância.

 A fatalidade absoluta é a morte, momento determinado por Deus, mas as condições de vida podem ser influenciadas por escolhas conscientes, vigilância e oração.

A reencarnação é uma lei divina que permite ao Espírito corrigir erros, experimentar diferentes situações e evoluir moralmente. Provações, como pobreza ou riqueza, são oportunidades de aprendizado e devem ser encaradas com resignação e esforço. A riqueza é um teste de desprendimento e humildade, enquanto a adversidade ensina paciência e fé.

Os acidentes e sofrimentos, quando evitáveis, resultam de imprudência, mas quando inevitáveis, estão relacionados ao carma e ao aprendizado necessário. O Espírito mais evoluído domina o determinismo, transformando sua jornada por meio da vontade e do esforço.

A reencarnação equilibra desigualdades e prova que ninguém carrega fardos além de suas forças. A evolução espiritual é contínua e individual, e cada prova é uma oportunidade de fortalecer a fé, o amor e a compreensão das leis divinas. Com vigilância, oração e confiança em Deus, o Espírito encontra os meios para superar desafios e cumprir sua missão.

A fatalidade não é um fardo cego ou imutável, mas uma oportunidade justa e educativa, permitindo ao Espírito crescer e harmonizar-se com as leis divinas.

Fonte da Pesquisa: O Livro dos Espíritos, questões 851 a 867 

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