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O Poder das Palavras: sua força espiritual e as consequências que geram

                            

As palavras nunca são neutras. No entendimento espírita, elas constituem forças vivas, carregadas de intenção, sentimento e direção. Cada palavra pronunciada é uma emissão de energia que se propaga no campo espiritual, alcançando o outro e retornando, inevitavelmente, ao próprio emissor.

A literatura espírita nos ensina que a palavra não é apenas som articulado, mas pensamento exteriorizado. E o pensamento, como força criadora, modela realidades, influencia estados emocionais e estabelece vínculos vibratórios. Por isso, compreender o poder das palavras é assumir responsabilidade moral sobre aquilo que pensamos, dizemos e sustentamos intimamente.

Nesse sentido, a palavra assume papel decisivo na construção do próprio destino espiritual. Cada expressão verbal reforça hábitos mentais, educa — ou deseduca — emoções e imprime registros sutis no perispírito. Ao longo do tempo, palavras repetidas com determinado padrão emocional acabam moldando o caráter, influenciando escolhas e atraindo experiências compatíveis. Falar com descuido é semear sem critério; falar com consciência é cooperar ativamente com a própria evolução espiritual.

Palavra, pensamento e a Lei de Causa e Efeito

No Espiritismo, a Lei de Causa e Efeito ultrapassa o campo das ações visíveis. Pensamentos e palavras também são causas geradoras de efeitos, mesmo quando não produzem consequências imediatas no mundo material. Nada se perde no universo das vibrações.

Fernando Snervelin, em O Poder do Pensamento e da Palavra, explica que o pensamento cria ondas mentais que influenciam o próprio emissor e o meio em que ele vive. A palavra, por sua vez, intensifica essa emissão, fixando a vibração e ampliando seu alcance espiritual.

Allan Kardec é claro ao afirmar que o que realmente define o valor moral de um ato é a intenção. Se existe o desejo de prejudicar alguém, mesmo que silencioso, o ato já se realizou no plano mental. A vibração correspondente já foi lançada e produzirá efeitos compatíveis.

A palavra como caridade e instrumento de elevação

Emmanuel, pela psicografia de Chico Xavier, ensina em obras como Fonte Viva e Caminho, Verdade e Vida que a palavra pode ser remédio ou veneno, conforme o sentimento que a inspira. Ela tanto pode curar feridas invisíveis quanto aprofundar dores silenciosas.

Quando dizemos “Deus te abençoe” com sinceridade, não estamos apenas repetindo uma expressão religiosa. Estamos emitindo uma vibração de ternura, paz e acolhimento, que envolve o outro como um abraço espiritual. Essa é uma das formas mais simples e profundas de caridade: a caridade pela palavra.

Palavras de estímulo, compreensão e esperança têm o poder de reerguer almas cansadas, iluminar consciências e suavizar provas difíceis. Em muitos momentos, uma frase fraterna sustenta mais do que longos discursos.

É importante lembrar que a caridade pela palavra não se manifesta apenas em grandes discursos ou orientações formais. Ela se expressa, sobretudo, nas pequenas atitudes do cotidiano: no modo como corrigimos sem humilhar, aconselhamos sem impor, alertamos sem ferir e discordamos sem agressividade. A palavra caridosa respeita o tempo do outro, acolhe suas limitações e compreende que cada espírito se encontra em um degrau diferente da própria jornada evolutiva.

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Palavras negativas, sintonia e responsabilidade espiritual

Assim como existem palavras que elevam, existem aquelas que ferem. Pragas, ofensas, ironias e desejos de infelicidade carregam vibrações densas, oriundas de sentimentos inferiores como inveja, orgulho e ressentimento. Entretanto, essas vibrações não atingem indiscriminadamente a todos.

No campo espiritual, a sintonia é determinante. Uma palavra carregada de ódio só encontra efeito quando encontra ressonância no íntimo de quem a recebe. Se o outro se mantém em faixa vibratória elevada, essa energia não se fixa e acaba retornando à sua origem.

Divaldo Franco explica esse mecanismo comparando nossa defesa espiritual a uma parede. Quando alguém nos lança uma intenção negativa, ela retorna ao emissor, como uma bola de borracha que bate e volta. Porém, se essa parede apresenta brechas — nossas fragilidades morais — a vibração pode atravessar e nos atingir.

Compreender esse princípio nos afasta da postura de vítimas indefesas e nos convida à autorresponsabilidade espiritual. Não somos atingidos apenas pelo que nos dizem, mas principalmente pelo que permitimos que permaneça em nosso mundo íntimo. Quando cultivamos mágoas, orgulho ferido ou desejos de revide, abrimos brechas emocionais que facilitam a penetração de vibrações inferiores. Ao contrário, quando escolhemos o perdão, a vigilância interior e a confiança na justiça divina, neutralizamos grande parte das influências negativas antes mesmo que encontrem acesso à nossa intimidade espiritual.

Mau-olhado, inveja e afinidade vibratória

Segundo Divaldo Franco, o chamado “mau-olhado” não é superstição, mas uma intensa descarga de vibração mental, gerada por sentimentos como inveja e competitividade. Essa energia pode, sim, produzir efeitos, desde que encontre equivalência vibratória em quem a recebe.

Quando o indivíduo cultiva pensamentos elevados, emoções equilibradas e atitudes nobres, essas vibrações negativas se dissipam naturalmente, sem encontrar campo para se fixar. Não se trata de proteção mística, mas de afinidade espiritual.

A literatura espírita é unânime ao afirmar que espíritos vinculados à prática do mal não conseguem perturbar aquele que se resguarda pela oração sincera, pelo trabalho no bem e pelo uso consciente da palavra.

O Evangelho Segundo o Espiritismo e a moral da palavra

O Evangelho Segundo o Espiritismo aborda o uso da palavra sob a ótica da moral cristã. Nos capítulos que tratam da mansidão, da paciência e do dever de não julgar, aprendemos que a palavra revela o conteúdo íntimo do espírito.

Jesus foi claro ao afirmar que não é o que entra pela boca que contamina o homem, mas o que dela sai. A palavra agressiva denuncia desequilíbrio interior; a palavra mansa e fraterna revela maturidade espiritual.

O silêncio, quando nasce da compreensão e da misericórdia, também é forma elevada de linguagem. Saber calar, muitas vezes, é tão importante quanto saber falar.

Sob essa perspectiva evangélica, a palavra deixa de ser mero instrumento de comunicação para se tornar verdadeiro testemunho de fé. Cada expressão verbal revela o grau de assimilação dos ensinamentos de Jesus em nossa vida prática. Falar com mansidão, mesmo diante da ofensa, não é sinal de fraqueza, mas de força moral; é prova de que o espírito já aprendeu a governar a si mesmo. Assim, o Evangelho nos convida a transformar a palavra em extensão do amor cristão, fazendo dela ponte de reconciliação e não motivo de discórdia.

Conclusão: proteger-se pela elevação interior

O poder das palavras não está apenas no que ouvimos, mas na vibração que escolhemos sustentar. Não temos controle sobre o que os outros pensam ou dizem, mas somos plenamente responsáveis pela forma como reagimos e pela sintonia que mantemos.

A verdadeira proteção contra palavras e pensamentos ruins não está na defesa agressiva, na revolta ou no medo, mas na elevação interior. Quem ora, vigia, pratica o bem e educa os próprios sentimentos constrói uma muralha invisível, feita de paz, consciência tranquila e confiança em Deus.

Quando escolhemos responder com serenidade, quando transformamos ofensa em silêncio, ódio em compreensão e julgamento em prece, não apenas nos protegemos, mas ensinamos, sem palavras, que o amor ainda é a força mais poderosa do universo.

Por Alexandre Cunha - O Homem no Mundo

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