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Entre o Orgulho e a humildade: a escolha que define destinos

No capítulo 7 de O Evangelho Segundo o Espiritismo , intitulado “Bem-aventurados os pobres de espírito”, encontramos um dos ensinamentos mais profundos e ao mesmo tempo mais mal compreendidos do Cristo. Quando Jesus declara: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus”, Ele não está exaltando a ignorância intelectual, nem incentivando a falta de esforço pelo conhecimento. Ao contrário, está nos convidando a refletir sobre a humildade — essa virtude silenciosa que sustenta todas as demais. Ser “pobre de espírito” é ser simples de coração. É não se considerar acima de ninguém. É compreender que, diante de Deus, todos somos aprendizes em diferentes estágios da jornada evolutiva. A tendência humana, entretanto, é outra: é a de se crer acima de tudo e de todos. O orgulho é uma sombra que nos acompanha desde as experiências mais primitivas. Ele se manifesta quando acreditamos que sabemos mais, que somos melhores, que nossa dor é maior, que nossa opinião é superio...

O Homem de Bem à Luz do Espiritismo

O conceito de “homem de bem” é um dos pilares da moral cristã e, segundo a Doutrina Espírita, é aquele que pratica a lei de justiça, amor e caridade em sua plenitude. Essa definição está presente em O Livro dos Espíritos, questão 918, quando Kardec pergunta aos Espíritos como se reconhece um verdadeiro homem de bem. A resposta é direta: é o que pratica a lei de Deus.

No Evangelho Segundo o Espiritismo (cap. 17, itens 3 e 4), Allan Kardec explica que a verdadeira superioridade moral não está nas aparências, mas na vivência íntima do Evangelho. O homem de bem se mede pelo que faz, e não pelo que aparenta ser. Ele compreende que todos são irmãos e age com indulgência, perdão e bondade.

📌 O que caracteriza o verdadeiro homem de bem?

  • Respeita a lei de amor e caridade em todos os atos.
  • Age com humildade e desapego, consciente da transitoriedade da vida material.
  • Perdoa sempre, sem guardar rancor, como ensina o Evangelho (cap. 15, itens 3 e 5).
  • Serve ao próximo sem esperar retribuição, reconhecendo em cada ser humano um irmão em Deus.
“O verdadeiro homem de bem é aquele que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza.” (KARDEC, O Livro dos Espíritos, q. 918)

📌 Como a parábola do Bom Samaritano ilustra o homem de bem?

Jesus, no Evangelho de Lucas (10:25-37), apresenta a célebre parábola do Bom Samaritano. Rodolfo Calligares, em Parábolas Evangélicas (cap. 14), interpreta-a como um retrato fiel da caridade desinteressada.

Na narrativa, um homem é assaltado e deixado quase morto à beira do caminho. Um sacerdote e um levita passam por ele, mas nada fazem. Porém, um samaritano — considerado estrangeiro e desprezado — se compadece, trata-lhe as feridas e o leva a uma hospedaria, pagando suas despesas. Essa atitude simples e grandiosa mostra que o verdadeiro amor ao próximo se revela nas ações concretas de solidariedade.

Parafraseando a lição, podemos dizer que o homem de bem é aquele que, como o samaritano, não pergunta quem é o necessitado, mas simplesmente atende ao chamado do sofrimento humano. Ele não se deixa prender por preconceitos ou convenções sociais, mas vê em cada pessoa um irmão a quem deve amparar. O amor universal vence as barreiras da indiferença e torna o homem próximo de todos.

📌 Qual a importância do esforço pessoal?

Segundo o Espiritismo, ninguém nasce perfeito. A construção do homem de bem é obra de esforço diário. É preciso vigiar pensamentos, sentimentos e ações, cultivando a paciência, a mansidão e a renúncia.

No Evangelho Segundo o Espiritismo (cap. 17, item 4), Kardec afirma que a fé sem obras é morta. Assim, não basta crer, é necessário agir em conformidade com os ensinamentos de Jesus. O homem de bem não se define pelas palavras, mas pelo exemplo.

📌 Conclusão: O ideal do homem de bem

O Espiritismo nos ensina que o homem de bem é aquele que, mesmo imperfeito, busca incessantemente o caminho do amor e da caridade. Ele é o operário silencioso da paz, que compreende que todo auxílio, por menor que pareça, representa colaboração na obra divina.

Como o Bom Samaritano, o verdadeiro discípulo de Cristo é aquele que age em favor do próximo, sem distinção, movido apenas pelo amor. Esse é o ideal que cada espírita e cristão deve perseguir, passo a passo, rumo à perfeição moral.

📚 Referências bibliográficas

  • KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Questão 918.
  • KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Cap. 15 (itens 3 e 5); Cap. 17 (itens 3 e 4).
  • CALLIGARES, Rodolfo. Parábolas Evangélicas. Capítulo 14 – Parábola do Bom Samaritano.
  • BÍBLIA SAGRADA. Lucas 10:25-37.

Nesta obra preciosa da literatura espírita, Rodolfo Calligares analisa com profundidade as parábolas de Jesus, revelando seu sentido espiritual e prático para a vida cotidiana. Com linguagem clara e acessível, o autor mostra como esses ensinamentos, aparentemente simples, guardam lições morais universais que inspiram a renovação íntima, a caridade e a vivência cristã. Clique Aqui e compre o seu!

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