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Entre o Orgulho e a humildade: a escolha que define destinos

No capítulo 7 de O Evangelho Segundo o Espiritismo , intitulado “Bem-aventurados os pobres de espírito”, encontramos um dos ensinamentos mais profundos e ao mesmo tempo mais mal compreendidos do Cristo. Quando Jesus declara: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus”, Ele não está exaltando a ignorância intelectual, nem incentivando a falta de esforço pelo conhecimento. Ao contrário, está nos convidando a refletir sobre a humildade — essa virtude silenciosa que sustenta todas as demais. Ser “pobre de espírito” é ser simples de coração. É não se considerar acima de ninguém. É compreender que, diante de Deus, todos somos aprendizes em diferentes estágios da jornada evolutiva. A tendência humana, entretanto, é outra: é a de se crer acima de tudo e de todos. O orgulho é uma sombra que nos acompanha desde as experiências mais primitivas. Ele se manifesta quando acreditamos que sabemos mais, que somos melhores, que nossa dor é maior, que nossa opinião é superio...

A Origem e Natureza do Espírito

O Espírito: O Princípio Inteligente do Universo

O Espírito é o princípio inteligente do universo, a essência da consciência e da razão. Diferente da matéria, ele não é palpável, mas sua principal característica é a inteligência, atributo essencial que o define.

Desde os primórdios da formação da Terra, os germes da vida aguardavam o momento propício para se desenvolver. Quando as condições se tornaram favoráveis, os princípios orgânicos se agruparam e deram origem às primeiras formas de vida. Esses germes permaneceram em estado latente e inerte até a eclosão de cada espécie, permitindo que os seres vivos se multiplicassem e evoluíssem ao longo do tempo.

Antes da formação do planeta, os elementos orgânicos existiam em estado fluídico no espaço, entre os Espíritos ou em outros mundos, esperando a criação da Terra para iniciar uma nova jornada evolutiva.

A Criação do Espírito

O homem é obra de Deus, pois somos filhos da Criação Divina. Os Espíritos, embora criados por Deus, tiveram um princípio e estão submetidos à Sua vontade. Deus, por sua vez, é eterno e absoluto, existindo desde sempre. A origem exata dos Espíritos permanece um mistério, pois não sabemos quando ou como fomos criados.

No entanto, compreendemos que existe um processo evolutivo: o princípio inteligente do universo passa por uma fase de elaboração e individualização até tornar-se um ser autoconsciente, o Espírito. Enquanto princípio inteligente, ele percorre uma longa jornada de aprimoramento até atingir a individualidade plena.

A criação dos Espíritos é contínua; Deus jamais cessou de criar, trazendo à existência novas consciências para que evoluam e alcancem a perfeição. O mundo dos Espíritos é preexistente e sobrevive a tudo, sendo povoado por inteligências incorpóreas que habitam os espaços infinitos. Muitos estão constantemente ao nosso lado, observando-nos e influenciando-nos, pois os Espíritos são forças da natureza e instrumentos da vontade divina. No entanto, nem todos possuem acesso irrestrito a todas as regiões do universo, pois seu grau evolutivo determina suas limitações.

A Natureza do Espírito

O Espírito tem uma forma sutil, descrita como uma chama, um clarão ou uma centelha etérea, capaz de se deslocar pelo espaço com a rapidez do pensamento. Ele penetra todos os elementos – ar, água e fogo –, estando presente onde quer que sua vontade o conduza.

O pensamento é a expressão da alma, e onde está o pensamento, ali também se encontra o Espírito. Embora um Espírito não possa se dividir, sua irradiação se expande em diversas direções simultaneamente, dando a impressão de estar em múltiplos lugares ao mesmo tempo, assim como o Sol, que projeta sua luz para todas as direções sem perder sua unidade. A capacidade de irradiação de um Espírito está diretamente ligada ao seu grau de pureza e evolução.

Evolução do Princípio Inteligente

Nos animais, o princípio inteligente manifesta-se como uma alma rudimentar, extraída do elemento inteligente universal. Embora a inteligência do homem e do animal provenham da mesma fonte, o ser humano passa por um processo de elaboração que o eleva a um nível superior de consciência e discernimento.

A Terra não é o ponto de partida da primeira encarnação do Espírito humano. O processo de humanização geralmente se inicia em mundos primitivos, ainda mais inferiores ao nosso. No entanto, em raras circunstâncias, um Espírito pode estar apto a iniciar sua jornada como humano já na Terra.

Como sintetiza Leon Denis:

"O Espírito dorme no mineral, sonha no vegetal e acorda no animal."

Essa trajetória representa a longa e gradual ascensão do princípio inteligente, que evolui através das múltiplas existências, rumo à plenitude espiritual.

Por Alexandre Cunha - O Homem no Mundo

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Fonte da Pesquisa:
Livro dos Espíritos - Allan Kardec - Questões: 23,24,44,45,77 à 92, 606,607
A Gênese - Allan Kardec - Capítulo 2 - Item 11, 12 e 23 e Capítulo 14 - Item 10                                            

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