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Entre o Orgulho e a humildade: a escolha que define destinos

No capítulo 7 de O Evangelho Segundo o Espiritismo , intitulado “Bem-aventurados os pobres de espírito”, encontramos um dos ensinamentos mais profundos e ao mesmo tempo mais mal compreendidos do Cristo. Quando Jesus declara: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus”, Ele não está exaltando a ignorância intelectual, nem incentivando a falta de esforço pelo conhecimento. Ao contrário, está nos convidando a refletir sobre a humildade — essa virtude silenciosa que sustenta todas as demais. Ser “pobre de espírito” é ser simples de coração. É não se considerar acima de ninguém. É compreender que, diante de Deus, todos somos aprendizes em diferentes estágios da jornada evolutiva. A tendência humana, entretanto, é outra: é a de se crer acima de tudo e de todos. O orgulho é uma sombra que nos acompanha desde as experiências mais primitivas. Ele se manifesta quando acreditamos que sabemos mais, que somos melhores, que nossa dor é maior, que nossa opinião é superio...

Almas Gêmeas segundo a Doutrina Espírita

O tema das almas gêmeas é um dos mais belos e profundos da experiência humana. Muitas vezes romantizado ou mal interpretado, o Espiritismo nos ensina que essas uniões são fruto da lei da reencarnação e de afinidades espirituais cultivadas em múltiplas existências. Reencontrar alguém amado não é apenas um capricho do destino, mas uma oportunidade para crescimento mútuo, reparação de débitos e aperfeiçoamento moral. Cada reencontro é sagrado e implica responsabilidade: amar, compreender, perdoar e evoluir juntos.

O que dizem os Espíritos sobre os reencontros

Os Espíritos superiores, por meio de Allan Kardec em O Livro dos Espíritos (questões 298 a 303), explicam que os laços afetivos atravessam existências e se consolidam pela afinidade moral e pelas experiências compartilhadas. Miramez, comentando essas questões, enfatiza que os reencontros no plano terreno não são meramente sentimentais; eles oferecem situações práticas de aprendizado e provas que fortalecem o espírito, permitindo ao casal auxiliar-se mutuamente na caminhada de elevação.

No capítulo XXII de O Evangelho Segundo o Espiritismo, os Espíritos ressaltam que o matrimônio é instrumento de progresso, quando pautado pelo respeito, pela paciência e pelo amor. Compreender o valor dessa união é perceber a chance de transformar desafios conjugais em oportunidades de elevação espiritual.

Amor à primeira vista e simpatias espontâneas

A sensação de reconhecimento imediato ao encontrar alguém amado não é coincidência. Segundo os Espíritos, a afinidade profunda entre duas almas produz uma espécie de “resposta emocional instantânea”, como se lembrassem de experiências vividas juntas anteriormente. André Luiz, em Nos Domínios da Mediunidade, descreve como essas sintonia espirituais fazem com que certos corações se reconheçam mesmo sem palavras. Descreve como a sintonia espiritual entre os Espíritos e o médium revela afinidades profundas que atravessam vidas e encarnações. Essa percepção ajuda a compreender por que certas pessoas se reconhecem instantaneamente, sentindo uma ligação imediata e intensa: não se trata de acaso, mas de memórias e afinidades do perispírito que se manifestam na Terra. Esse fenômeno explica, em parte, o amor à primeira vista e as simpatias espontâneas, mostrando que encontros de almas afins são oportunidades concretas de aprendizado, crescimento mútuo e exercício do amor verdadeiro.

Essas impressões não são superficiais: elas indicam caminhos já trilhados, experiências que podem ser retomadas para aperfeiçoamento de ambos.

Casos exemplares na literatura espírita

Emmanuel, pela psicografia de Chico Xavier, narra em Há Dois Mil Anos a trajetória de Públio Lentulus e Lívia, Espíritos que se reencontram em diferentes encarnações, reconstruindo laços de confiança e superação. Em Renúncia, Alcione deixa sua paz espiritual para auxiliar um Espírito amado em provações terrenas, mostrando que o amor verdadeiro não busca conforto, mas a oportunidade de servir. Esses relatos exemplificam a prática do amor e da responsabilidade conjugal sugerida pelos Espíritos.

O dever de preservar o amor encontrado

Encontrar alguém que nos ame profundamente é uma bênção. Contudo, a Doutrina espírita ensina que o valor está na preservação da união. O matrimônio é composto de desafios, provas e necessidades de compreensão. André Luiz, em Entre a Terra e o Céu, ilustra que muitos vínculos se reconstituem para reparação e aprendizado mútuo.

Celebrar diariamente a sorte de caminhar lado a lado com quem nos ama é uma prática de gratidão e de evolução moral.

Amor como caminho de evolução

O amor verdadeiro é compromisso constante. Paulo, citado pelos Espíritos, afirma que a caridade “tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (I Coríntios 13), sintetizando a essência do relacionamento conjugal elevado. Cultivar gratidão, paciência, perdão e dedicação diária é transformar o amor em instrumento de elevação espiritual. Cada gesto de cuidado e compreensão é uma oportunidade de crescimento e evolução mútua.

Perguntas frequentes (FAQ)

Almas gêmeas existem para sempre?

Não há garantia de permanência eterna. Espíritos afins podem se reencontrar em várias existências, mas a continuidade depende do progresso moral de cada um. O amor verdadeiro é parceria de crescimento, não prisão.

Como diferenciar simpatia verdadeira de ilusões passageiras?

Afinidades profundas trazem paz, respeito e cooperação. Paixões superficiais geram ansiedade, ciúme e egoísmo. Avaliar os frutos da relação ajuda a distinguir o amor verdadeiro.

O que fazer para preservar um reencontro amoroso?

Praticar diálogo, oração conjunta, respeito às diferenças, perdão diário e gratidão. Gestos simples, constantes e conscientes fortalecem o vínculo e promovem crescimento mútuo.

Referências bibliográficas

  • Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos. Questões 298 a 303
  • Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Cap. XXII, item 25
  • Xavier, Francisco Cândido pelo espírito André luiz Nos Domínios da Mediunidade.
  • Xavier, Francisco Cândido pelo espírito Emmanuel, Há Dois Mil Anos. Rio de Janeiro: FEB.
  • Xavier, Francisco Cândido pelo Espírito Emmanuel, Renúncia. Rio de Janeiro: FEB.
  • Xavier, Francisco Cândido pelo Espírito André Luiz, Entre a Terra e o Céu.
  • Maia, João Nunes pelo Espírito Miramez. Filosofia Espírita - Comentários sobre O Livro dos Espíritos. São Paulo: FEB.
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