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Entre o Orgulho e a humildade: a escolha que define destinos

No capítulo 7 de O Evangelho Segundo o Espiritismo , intitulado “Bem-aventurados os pobres de espírito”, encontramos um dos ensinamentos mais profundos e ao mesmo tempo mais mal compreendidos do Cristo. Quando Jesus declara: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus”, Ele não está exaltando a ignorância intelectual, nem incentivando a falta de esforço pelo conhecimento. Ao contrário, está nos convidando a refletir sobre a humildade — essa virtude silenciosa que sustenta todas as demais. Ser “pobre de espírito” é ser simples de coração. É não se considerar acima de ninguém. É compreender que, diante de Deus, todos somos aprendizes em diferentes estágios da jornada evolutiva. A tendência humana, entretanto, é outra: é a de se crer acima de tudo e de todos. O orgulho é uma sombra que nos acompanha desde as experiências mais primitivas. Ele se manifesta quando acreditamos que sabemos mais, que somos melhores, que nossa dor é maior, que nossa opinião é superio...

O Verdadeiro Cilício


 O verdadeiro cilício, conforme abordado em O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 5, item 26, não se refere ao sofrimento físico autoimposto, como era comum em práticas ascéticas de certas tradições religiosas. Em vez disso, o Espiritismo ensina que o verdadeiro cilício é o esforço íntimo de cada indivíduo para domar suas más inclinações, superar suas imperfeições e praticar a verdadeira caridade e resignação diante das dificuldades da vida.

Muitos acreditam que a dor física voluntária poderia servir como expiação dos pecados, mas a doutrina espírita esclarece que a verdadeira purificação do espírito ocorre através da reforma íntima. Isso significa lutar contra o orgulho, o egoísmo, a impaciência e qualquer sentimento que nos afaste do amor ao próximo e da humildade.

Jesus, em seu exemplo de amor e renúncia, não pregou a autopunição, mas sim a necessidade de carregar o próprio fardo com coragem e dignidade. O verdadeiro cilício, portanto, está no trabalho contínuo de autoaperfeiçoamento, na paciência perante as provações da vida e no esforço sincero para se tornar um ser humano melhor a cada dia.

Pelo fato de o homem estar consciente de que os sofrimentos são, muitas vezes, consequências de erros praticados em vidas passadas, não deve ver nisto motivo para não se condoer da dor alheia e não mostrar disposição para auxiliar o próximo. Pelo contrário, deve sempre intuir quais o meios que Deus colocou às mãos para suavizar o sofrimento do seu irmão, para consolá-lo e dar-lhe o amparo moral e material de que necessita.

Assim, o verdadeiro cilício consiste no sacrifício que tem por finalidade o progresso espiritual; mortificar o espírito e não o corpo, significa combater o orgulho, aceitar as humilhações sem revolta, sufocando o amor-próprio cheio de orgulho. 

Assim, aquele que escolhe suportar as provações da vida com resignação e bondade pratica o mais valioso dos cilícios: o do coração e da alma.

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