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Entre o Orgulho e a humildade: a escolha que define destinos

No capítulo 7 de O Evangelho Segundo o Espiritismo , intitulado “Bem-aventurados os pobres de espírito”, encontramos um dos ensinamentos mais profundos e ao mesmo tempo mais mal compreendidos do Cristo. Quando Jesus declara: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus”, Ele não está exaltando a ignorância intelectual, nem incentivando a falta de esforço pelo conhecimento. Ao contrário, está nos convidando a refletir sobre a humildade — essa virtude silenciosa que sustenta todas as demais. Ser “pobre de espírito” é ser simples de coração. É não se considerar acima de ninguém. É compreender que, diante de Deus, todos somos aprendizes em diferentes estágios da jornada evolutiva. A tendência humana, entretanto, é outra: é a de se crer acima de tudo e de todos. O orgulho é uma sombra que nos acompanha desde as experiências mais primitivas. Ele se manifesta quando acreditamos que sabemos mais, que somos melhores, que nossa dor é maior, que nossa opinião é superio...

Lei de Reprodução

 


A Lei de Reprodução está contida em O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, especificamente nas questões 686 a 694. Essa lei faz parte das Leis Morais e trata da reprodução como um mecanismo essencial para a manutenção e evolução da humanidade.

Principais pontos abordados nas questões 686 a 694:

  1. Finalidade da Reprodução (Questão 686)
    Kardec pergunta se a reprodução dos seres vivos é uma lei natural, e os Espíritos respondem que sim, pois é por meio dela que os seres se multiplicam e garantem a continuidade das espécies.

  2. Limitação da Reprodução (Questões 687-688)
    Os Espíritos esclarecem que o homem pode regular a reprodução conforme sua inteligência e necessidades sociais. Entretanto, alertam que há limites naturais, e a interferência abusiva pode trazer consequências morais e sociais.

  3. Superpopulação e Recursos Naturais (Questão 689-691)
    Kardec questiona se a reprodução excessiva pode levar à escassez de recursos. Os Espíritos afirmam que a Terra tem meios suficientes para sustentar todos, desde que os homens administrem seus bens com justiça e sabedoria. O problema da fome e da miséria está mais ligado ao egoísmo e à má distribuição de riquezas do que à falta de recursos.

  4. Casamento e União dos Sexos (Questões 692-694)
    Os Espíritos explicam que o casamento, como união estável entre dois seres, é um progresso na ordem social e moral. Ele favorece a harmonia e o desenvolvimento mútuo, enquanto a promiscuidade é considerada um retrocesso moral.

A Lei de Reprodução, conforme exposta em O Livro dos Espíritos, representa um dos pilares do progresso da humanidade, pois garante a continuidade das espécies e possibilita a evolução dos Espíritos por meio das experiências adquiridas na vida material. No entanto, essa lei não se limita apenas ao aspecto biológico, abrangendo também questões morais, sociais e espirituais.

A reprodução não ocorre de maneira desordenada ou sem propósito dentro da criação divina. A sabedoria das leis naturais permite que o ser humano, com seu livre-arbítrio e inteligência, regule esse processo de acordo com suas necessidades e seu estágio evolutivo. No entanto, os Espíritos advertem sobre a responsabilidade que envolve esse poder, ressaltando que o verdadeiro problema da miséria e da escassez de recursos não está no excesso de população, mas na má distribuição dos bens e no egoísmo dos homens.

Além disso, a união estável entre os indivíduos, simbolizada pelo casamento ou por compromissos equivalentes, é vista como um avanço moral e social. A fidelidade, o respeito mútuo e a formação de laços sólidos entre os seres humanos contribuem para a harmonia e a estabilidade da sociedade, diferentemente da promiscuidade, que leva ao desequilíbrio e ao sofrimento.

Dessa forma, a visão espírita sobre a reprodução enfatiza a necessidade do equilíbrio entre a liberdade e a responsabilidade. O planejamento familiar, a educação para a parentalidade consciente e o respeito à vida são aspectos fundamentais para que a humanidade continue sua trajetória de progresso, tanto no campo material quanto no espiritual. Assim, compreender e aplicar a Lei da Reprodução de maneira sábia e ética significa alinhar-se aos princípios da justiça, do amor e da fraternidade, que devem reger as relações humanas.

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