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Destaques

O Poder das Palavras: sua força espiritual e as consequências que geram

                             As palavras nunca são neutras. No entendimento espírita, elas constituem forças vivas, carregadas de intenção, sentimento e direção. Cada palavra pronunciada é uma emissão de energia que se propaga no campo espiritual, alcançando o outro e retornando, inevitavelmente, ao próprio emissor. A literatura espírita nos ensina que a palavra não é apenas som articulado, mas pensamento exteriorizado. E o pensamento, como força criadora, modela realidades, influencia estados emocionais e estabelece vínculos vibratórios. Por isso, compreender o poder das palavras é assumir responsabilidade moral sobre aquilo que pensamos, dizemos e sustentamos intimamente. Nesse sentido, a palavra assume papel decisivo na construção do próprio destino espiritual. Cada expressão verbal reforça hábitos mentais, educa — ou deseduca — emoções e imprime registros sutis no perispírito. Ao longo do tempo, palavra...

Amor, o grande remédio para abrandar os males da vida


Entre os muitos vícios que se infiltram com sutileza em nosso cotidiano, talvez um dos mais comuns — e por isso mesmo perigosos — seja a impaciência. Pequenas irritações, respostas ríspidas, a pressa injustificável, o desejo de controlar tudo e todos: eis um vício silencioso que corrói a paz interior e perturba nossa convivência com os outros e conosco mesmos.

“A impaciência é vício grave. Falta de caridade para consigo mesmo. Por isso, afirmava Jesus: ‘Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a Terra’. Isso quer dizer que o homem sereno desfruta o privilégio de mais extensa vida no corpo.”

— Chico Xavier / Espírito Hilário Silva, A Vida Escreve

Essa advertência mostra o quanto a impaciência nos fere primeiro por dentro. Ao nos irritarmos com facilidade, criamos tensões desnecessárias, enfraquecemos a serenidade e abrimos caminho para outros vícios: irritação constante, orgulho ferido, agressividade verbal, intolerância e fuga para hábitos nocivos. Muitos desses vícios surgem em gestos mínimos — uma crítica precipitada, uma reclamação automática, o impulso de julgar — e, se não vigiados, distanciam-nos da paz. 

Todavia, são vícios evitáveis quando adotamos a vigilância sobre nós mesmos, quando nos recolhemos em oração e quando nos tornamos receptivos às boas intuições dos Espíritos Benfeitores que nos cercam. A prece sincera afina o pensamento, reduz o impulso e permite que a sugestão do bem encontre morada em nosso coração.

“Deixai vir a mim as criancinhas”: o chamado às almas cansadas

No ensino evangélico, registrado em O Evangelho Segundo o Espiritismo, encontramos uma interpretação que amplia o convite de Jesus: “Deixai vir a mim as criancinhas”. O Cristo, com sua ternura profunda, não chamou apenas as crianças do corpo, mas as almas que gravitam em círculos inferiores, onde a infelicidade obscurece a esperança.

Ele acolhe os tímidos, os débeis, os ignorantes e os aflitos. À multidão dos que sofrem, Ele promete ensinar o remédio supremo: o amor e a caridade. O Evangelho afirma que aquele que possui esse fogo divino nada precisa temer; ao entregar-se à vontade do Pai, mesmo quando a prova se faz presente, o cristão demonstra a confiança que cura e eleva.

“Se tendes este fogo divino, que temereis? Direis a todo instante: Meu Pai, que Vossa vontade seja feita e não a minha... Se tendes amor, tendes tudo o que se pode desejar na terra.”

— Baseado em O Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. 8, item 18

O amor torna o ser humano invencível, não pela força, mas pela serenidade; ele nos torna dóceis sem servilismo, fortes sem violência. Amar é aceitar, suportar, compreender e agir pelo bem do outro — atitudes que transformam provas em degraus de evolução. 

Jesus, portanto, não nos convida apenas a amar, mas a viver o amor como proteção, cura e orientação. Quando clamamos ao Cristo, pedindo que nos guie no caminho certo, que nos fortaleça nos momentos difíceis e nos abençoe conforme nosso merecimento, reconhecemos que a providência divina trabalha sempre — mas precisa encontrar em nós esforço, boa vontade e desejo sincero de melhorar.

Libertação dos vícios: o caminho interior

Não há verdadeira vivência do amor sem esforço de libertação das paixões que nos prendem. Cabe-nos empenhar-nos na vigilância constante, no autoesforço e no abandono das tendências destrutivas. A rebeldia que se manifesta na tentativa de impor a própria vontade através da violência ou do antagonismo é uma ilusão que só gera mais sofrimento.

A liberdade começa no pensamento: é ali que se acalenta a aspiração pelo bom, pelo belo e pelo ideal. Quando o pensamento é dirigido para o altruísmo e para os valores elevados, as atitudes seguem, e a vida transforma-se. Conquistar a si mesmo — dominar impulsos, renunciar ao imediatismo e cultivar a disciplina interior — é o grande passo rumo à verdadeira felicidade.

Amar não é fraqueza; é coragem e maturidade. É a chave que abre caminhos e cura feridas. Se desejamos ser abençoados e guiados por Jesus, devemos igualmente fazer nossa parte: vigiar os pensamentos, praticar a oração, aceitar as provas com resignação ativa e aproveitar todas as oportunidades de servir.

Que Jesus, Mestre amoroso, nos inspire a cultivar o amor que liberta, a vigilância que previne quedas e a serenidade que nos aproxima da verdadeira felicidade. Que Ele nos fortaleça quando a dor nos visitar, nos ilumine quando a dúvida surgir, e nos permita reconhecer que, com amor, temos tudo o que realmente importa na terra.

Texto elaborado com base nos ensinamentos evangélicos interpretados pela Doutrina Espírita. Que a prece e a vigilância interior nos conduzam sempre ao amor que cura e liberta.

Por Alexandre Cunha - O Homem no Mundo

Livros consultados

  • Allan Kardec — O Evangelho Segundo o Espiritismo.
  • Chico Xavier (pelo espírito Hilário Silva) — A Vida Escreve.
  • Divaldo Franco & Joanna de Ângelis — O Homem Integral.
  • Allan Kardec — O Livro dos Espíritos (referência doutrinária complementar).



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