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Possessão Existe? Veja a Diferença para Obsessão Segundo A Gênese de Allan Kardec

Quando estudamos A Gênese , especialmente o capítulo XIV (itens 45 a 49), percebemos que Allan Kardec faz uma distinção muito clara — e ao mesmo tempo profunda — entre dois fenômenos frequentemente confundidos: obsessão e possessão. Embora ambos envolvam a influência dos Espíritos sobre os encarnados, a natureza, intensidade e dinâmica desses processos são bastante diferentes. Vamos entender isso de forma clara, direta e ao mesmo tempo aprofundada. 🔹 O que é obsessão? A obsessão é a ação persistente de um Espírito inferior sobre um indivíduo . Não é algo raro — pelo contrário, faz parte da realidade espiritual da humanidade. Ela pode acontecer em diferentes níveis: Leve → influência moral, como pensamentos negativos insistentes Média (fascinação) → a pessoa passa a acreditar cegamente em ideias erradas Grave (subjugação) → pode afetar até o corpo físico e a vontade Ou seja, na obsessão, o Espírito " não toma o corpo da pessoa" , mas influencia sua mente, suas e...

Causas Anteriores das aflições


Há males que têm sua origem nas próprias ações do homem nesta vida, enquanto outros parecem atingi-lo como obra do destino.

A perda de entes queridos, acidentes inevitáveis, reveses financeiros, flagelos naturais e enfermidades congênitas, como deformidades, idiotia ou cretinismo, são exemplos de sofrimentos que parecem independentes da vontade humana.

Aqueles que nascem sob tais condições não cometeram, nesta existência, qualquer erro para justificar uma sorte tão cruel. Sem meios de evitar ou modificar sua situação, tornam-se dependentes da compaixão alheia.

Por que, então, há seres tão desventurados ao lado de outros tão privilegiados?

E as crianças que sofrem e morrem precocemente? O que fizeram essas almas recém-criadas para suportar tantas misérias e merecer uma punição ou recompensa, sem terem tido tempo de praticar o bem ou o mal?

Todo efeito tem uma causa. Se admitimos a existência de um Deus justo, essa causa deve ser igualmente justa. Como a causa sempre precede o efeito, e não está presente na vida atual, deve remontar a existências anteriores.

Se sofremos, é porque erramos. Se não erramos nesta vida, foi em outra.

O homem nem sempre recebe a consequência de suas faltas na existência presente, mas jamais escapa a elas. A prosperidade do ímpio é passageira; se ele não expia hoje, expiará amanhã. Por outro lado, quem sofre já está resgatando suas faltas passadas.

Assim, a infelicidade aparentemente imerecida tem sua razão de ser, e quem sofre pode sempre dizer: "Perdoai-me, Senhor, porque pequei."


Fonte do estudo: Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec - Capitulo 5 - Item 6

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