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Entre o Orgulho e a humildade: a escolha que define destinos

No capítulo 7 de O Evangelho Segundo o Espiritismo , intitulado “Bem-aventurados os pobres de espírito”, encontramos um dos ensinamentos mais profundos e ao mesmo tempo mais mal compreendidos do Cristo. Quando Jesus declara: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus”, Ele não está exaltando a ignorância intelectual, nem incentivando a falta de esforço pelo conhecimento. Ao contrário, está nos convidando a refletir sobre a humildade — essa virtude silenciosa que sustenta todas as demais. Ser “pobre de espírito” é ser simples de coração. É não se considerar acima de ninguém. É compreender que, diante de Deus, todos somos aprendizes em diferentes estágios da jornada evolutiva. A tendência humana, entretanto, é outra: é a de se crer acima de tudo e de todos. O orgulho é uma sombra que nos acompanha desde as experiências mais primitivas. Ele se manifesta quando acreditamos que sabemos mais, que somos melhores, que nossa dor é maior, que nossa opinião é superio...

Causas Anteriores das aflições


Há males que têm sua origem nas próprias ações do homem nesta vida, enquanto outros parecem atingi-lo como obra do destino.

A perda de entes queridos, acidentes inevitáveis, reveses financeiros, flagelos naturais e enfermidades congênitas, como deformidades, idiotia ou cretinismo, são exemplos de sofrimentos que parecem independentes da vontade humana.

Aqueles que nascem sob tais condições não cometeram, nesta existência, qualquer erro para justificar uma sorte tão cruel. Sem meios de evitar ou modificar sua situação, tornam-se dependentes da compaixão alheia.

Por que, então, há seres tão desventurados ao lado de outros tão privilegiados?

E as crianças que sofrem e morrem precocemente? O que fizeram essas almas recém-criadas para suportar tantas misérias e merecer uma punição ou recompensa, sem terem tido tempo de praticar o bem ou o mal?

Todo efeito tem uma causa. Se admitimos a existência de um Deus justo, essa causa deve ser igualmente justa. Como a causa sempre precede o efeito, e não está presente na vida atual, deve remontar a existências anteriores.

Se sofremos, é porque erramos. Se não erramos nesta vida, foi em outra.

O homem nem sempre recebe a consequência de suas faltas na existência presente, mas jamais escapa a elas. A prosperidade do ímpio é passageira; se ele não expia hoje, expiará amanhã. Por outro lado, quem sofre já está resgatando suas faltas passadas.

Assim, a infelicidade aparentemente imerecida tem sua razão de ser, e quem sofre pode sempre dizer: "Perdoai-me, Senhor, porque pequei."


Fonte do estudo: Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec - Capitulo 5 - Item 6

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