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Entre o Orgulho e a humildade: a escolha que define destinos

No capítulo 7 de O Evangelho Segundo o Espiritismo , intitulado “Bem-aventurados os pobres de espírito”, encontramos um dos ensinamentos mais profundos e ao mesmo tempo mais mal compreendidos do Cristo. Quando Jesus declara: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus”, Ele não está exaltando a ignorância intelectual, nem incentivando a falta de esforço pelo conhecimento. Ao contrário, está nos convidando a refletir sobre a humildade — essa virtude silenciosa que sustenta todas as demais. Ser “pobre de espírito” é ser simples de coração. É não se considerar acima de ninguém. É compreender que, diante de Deus, todos somos aprendizes em diferentes estágios da jornada evolutiva. A tendência humana, entretanto, é outra: é a de se crer acima de tudo e de todos. O orgulho é uma sombra que nos acompanha desde as experiências mais primitivas. Ele se manifesta quando acreditamos que sabemos mais, que somos melhores, que nossa dor é maior, que nossa opinião é superio...

Intervenção de Deus nas penas e recompensas.


Deus se ocupa de todos os seres que criou, por menores que sejam. Nada é muito pequeno perante a bondade de Deus.

Deus tem suas leis que regulam todas as nossas ações. Se violas é vossa falta.

Quando um homem comete um excesso, Deus não pronuncia um julgamento contra ele, para te dizer por exemplo: Fostes guloso, e vou te punir. Mas, traçou um limite. As doenças e, frequentemente, a morte, são a consequência dos excessos. Eis ai a punição, que é resultado da infração à lei. Assim é tudo.

Todas nossas ações estão submetidas às leis de Deus. Não há nenhuma, por insignificante que pareça, que não possa lhe ser a violação. Se suportamos as consequências dessa violação, devemos imputar as nós mesmos, e assim fazemos os próprios artífices de nossa felicidade ou de nossa infelicidade futura.

Essa verdade se torna sensível pelo apólogo seguinte:

"Um pai deu aos seu filho a educação e a instrução, que dizer, os meios de saber se conduzir. Ele lhe cede um campo para cultivar e lhe diz: Eis a regra a seguir e todos os instrumentos necessários para tornar esse campo fértil e assegurar tua existência. Dei-te instruções para compreender essa regra, se seguires, teu campo produzirá muito e te proporcionará o repouso na tua velhice. Caso contrário, não produzirá nada e morrerás de fome. Dito isso, deixa-o agir a sua vontade."

O filho será, pois, na velhice, feliz ou infeliz segundo tenha seguido ou negligenciado a regra traçada por seu pai.

Deus é ainda mais previdente, porque nos adverte, a cada instante, se fazemos bem ou mal. Ele nos envia Espíritos para nos inspirar, mas não os escutamos.

Há ainda a diferença de que Deus, dá sempre ao homem um recurso nas suas novas existências para reparar seus erros passados, enquanto que o filho de quem falamos, não o tem mais, se empregou mal seu tempo.

OHNM

Bibliografia: Livro dos Espíritos - Allan Kardec - Questões 963 e 964

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