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Entre o Orgulho e a humildade: a escolha que define destinos

No capítulo 7 de O Evangelho Segundo o Espiritismo , intitulado “Bem-aventurados os pobres de espírito”, encontramos um dos ensinamentos mais profundos e ao mesmo tempo mais mal compreendidos do Cristo. Quando Jesus declara: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus”, Ele não está exaltando a ignorância intelectual, nem incentivando a falta de esforço pelo conhecimento. Ao contrário, está nos convidando a refletir sobre a humildade — essa virtude silenciosa que sustenta todas as demais. Ser “pobre de espírito” é ser simples de coração. É não se considerar acima de ninguém. É compreender que, diante de Deus, todos somos aprendizes em diferentes estágios da jornada evolutiva. A tendência humana, entretanto, é outra: é a de se crer acima de tudo e de todos. O orgulho é uma sombra que nos acompanha desde as experiências mais primitivas. Ele se manifesta quando acreditamos que sabemos mais, que somos melhores, que nossa dor é maior, que nossa opinião é superio...

Os Laços Espirituais e a Verdadeira Família


Os laços de sangue não são, necessariamente, os que realmente unem os Espíritos. O corpo nasce do corpo, mas o Espírito é preexistente e independente, tendo sua origem muito antes da formação física.

O pai e a mãe fornecem ao filho o material envoltório para sua nova jornada terrena, mas não são os criadores de seu Espírito. No entanto, cabe-lhes a sublime missão de guiá-lo, auxiliando em seu desenvolvimento moral e intelectual para que evoluir possa e cumprir seu propósito.

Frequentemente, os Espíritos reencarnam em uma mesma família, principalmente entre parentes próximos. São almas afins, ligadas por laços de amor e camadas de existências anteriores, cuja conexão se manifesta em afeto e harmonia durante a vida terrena.

Por outro lado, há também Espíritos que, apesar de nascerem sob o mesmo teto, não fazem avaliações passadas. São aqueles que trazem antigas desavenças e encontram-se novamente para superar desafios, aprender a amar e crescer espiritualmente. Esse convívio, às vezes marcado por antagonismos e dificuldades, representa uma oportunidade de aprendizado e resgate, sendo uma verdadeira prova para todos os envolvidos.

Os verdadeiros laços familiares não são apenas os de consanguinidade, mas sim os que se constroem na sintonia dos pensamentos, sentimentos e valores compartilhados. Esses laços científicos transcendem a vida física, permanecendo vivos antes, durante e depois da existência terrena.

Enquanto as famílias baseadas apenas nos vínculos corporais são transitórias, sujeitas às situações do tempo e da matéria, as famílias unidas pelos laços espirituais são rigorosas e se fortalecem à medida que evoluem. Esses Espíritos afins se reencontram ao longo de suas jornadas, alegrando-se com cada progresso conquistado e seguindo juntos, fortalecidos pelo amor e pela profundidade, nas múltiplas experiências da existência.


Fonte do estudo: Evangelho Segundo o Espiritismo- Allan Kardec - Capítulo 14

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