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Entre o Orgulho e a humildade: a escolha que define destinos

No capítulo 7 de O Evangelho Segundo o Espiritismo , intitulado “Bem-aventurados os pobres de espírito”, encontramos um dos ensinamentos mais profundos e ao mesmo tempo mais mal compreendidos do Cristo. Quando Jesus declara: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus”, Ele não está exaltando a ignorância intelectual, nem incentivando a falta de esforço pelo conhecimento. Ao contrário, está nos convidando a refletir sobre a humildade — essa virtude silenciosa que sustenta todas as demais. Ser “pobre de espírito” é ser simples de coração. É não se considerar acima de ninguém. É compreender que, diante de Deus, todos somos aprendizes em diferentes estágios da jornada evolutiva. A tendência humana, entretanto, é outra: é a de se crer acima de tudo e de todos. O orgulho é uma sombra que nos acompanha desde as experiências mais primitivas. Ele se manifesta quando acreditamos que sabemos mais, que somos melhores, que nossa dor é maior, que nossa opinião é superio...

Piedade Filial: O Verdadeiro Significado de Honrar Pai e Mãe


"Honrai vosso pai e vossa mãe" – assim determina o mandamento divino, que é uma consequência direta da lei do amor e da caridade. Não se pode amar verdadeiramente ao próximo sem antes amar e respeitar aqueles que nos deram a vida.

O termo honrar vai além do simples respeito. Ele carrega consigo o dever da gratidão, da obediência, da dedicação e da consideração. Deus, ao estabelecer esse princípio, nos ensina que ao amor devemos acrescentar a atenção, o cuidado e a submissão respeitosa.

Honrar pai e mãe não significa apenas tratá-los com deferência, mas também ampará-los na necessidade, proporcionar-lhes conforto na velhice e retribuir-lhes, com carinho e dedicação, os cuidados que nos dispensaram na infância. É na atenção e na solicitude para com os pais idosos e desprovidos de recursos que se revela a verdadeira piedade filial.

Muitos filhos acreditam cumprir esse dever apenas garantindo aos pais o mínimo necessário para sobreviver, sem privarem-se de seus próprios luxos. No entanto, o verdadeiro amor se manifesta não apenas no sustento material, mas também na oferta das pequenas alegrias, dos gestos de ternura e da presença afetuosa. É esse amor generoso e dedicado que Deus reconhece como verdadeira piedade filial.

Ai daqueles que esquecem o que devem a quem os sustentou na infância, que lhes deu não apenas a vida material, mas também a orientação moral e espiritual! Aqueles que abandonam ou desprezam seus pais serão punidos pela mesma ingratidão, seja nesta existência ou em futuras reencarnações, onde sentirão na própria pele o sofrimento que impuseram.

É verdade que nem todos os pais cumprem seus deveres com zelo e amor. No entanto, não cabe aos filhos julgá-los ou puni-los, mas sim a Deus, cuja justiça se manifesta no tempo certo. Talvez, em outra vida, esses filhos tenham falhado como pais e agora colham o resultado de suas próprias ações.

Se a caridade nos ensina a retribuir o mal com o bem, a sermos indulgentes com as imperfeições alheias e a perdoarmos até mesmo nossos inimigos, quanto maior deve ser essa obrigação para com nossos pais! Amar, respeitar e cuidar deles é mais do que um dever: é uma honra e um testemunho do verdadeiro amor cristão.

Fonte do estudo: Evangelho Segundo Espiritismo - Allan Kardec - Capítulo 14



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