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Entre o Orgulho e a humildade: a escolha que define destinos

No capítulo 7 de O Evangelho Segundo o Espiritismo , intitulado “Bem-aventurados os pobres de espírito”, encontramos um dos ensinamentos mais profundos e ao mesmo tempo mais mal compreendidos do Cristo. Quando Jesus declara: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus”, Ele não está exaltando a ignorância intelectual, nem incentivando a falta de esforço pelo conhecimento. Ao contrário, está nos convidando a refletir sobre a humildade — essa virtude silenciosa que sustenta todas as demais. Ser “pobre de espírito” é ser simples de coração. É não se considerar acima de ninguém. É compreender que, diante de Deus, todos somos aprendizes em diferentes estágios da jornada evolutiva. A tendência humana, entretanto, é outra: é a de se crer acima de tudo e de todos. O orgulho é uma sombra que nos acompanha desde as experiências mais primitivas. Ele se manifesta quando acreditamos que sabemos mais, que somos melhores, que nossa dor é maior, que nossa opinião é superio...

A Infância: Um recomeço sob a luz da Providência


As crianças são Espíritos que Deus envia ao mundo para novas experiências, concedendo-lhes a aparência de inocência para suavizar o impacto de sua chegada. Esse véu de pureza desperta nos pais um amor instintivo, inspirando proteção, carinho e dedicação. A infância é, portanto, um período sagrado em que os Espíritos recebem cuidados que os auxiliam na jornada de evolução.

A encarnação tem como propósito o aperfeiçoamento espiritual, e a fragilidade infantil permite que uma alma reencarnada se torne mais receptiva aos ensinamentos e orientações daqueles que a guiam. É nesse período que os pais exercem um papel fundamental na formação moral dos filhos, transmitindo valores e auxiliando no desenvolvimento de virtudes.

Durante a infância, o Espírito encontra-se em estado de preservação relativo. Os órgãos da inteligência ainda não estão concluídos, e sua consciência permanece velada, aguardando a maturação necessária para manifestar-se em plenitude. Esse estágio é uma dádiva divina, pois proporciona à alma um tempo de adaptação à nova existência e facilita o trabalho educativo dos responsáveis.

A Revelação do Verdadeiro Espírito

Com o passar dos anos, à medida que a adolescência se encerra, ocorrem mudanças no caráter do indivíduo. A essência espiritual, antes encoberta pela inocência infantil, ressurge, revelando sua verdadeira natureza. Se o Espírito já possuía uma base moral sólida, ele continuará demonstrando bons sentimentos. No entanto, se traz tendências desafiadoras, essas características se manifestarão com mais clareza, exigindo atenção e orientação.

É importante lembrar que uma criança pode renascer em um ambiente familiar totalmente diferente de suas experiências passadas. Seus hábitos, inclinações e paixões podem ser diferentes daqueles que cercam. Assim, os pais devem estar conscientes de que não conhecem completamente os segredos e desafios espirituais que aquele que carrega consigo.

A Missão Sagrada da Educação Moral

A educação não se limita ao aprendizado intelectual; ela é, acima de tudo, uma missão moral. Deus confiou aos pais a responsabilidade de orientar os filhos no caminho do bem, ajudando-os a superar suas mais inclinações e desenvolver virtudes. Esse é um compromisso sagrado, e aqueles que cumprem essa tarefa respondem por suas omissões. Se uma criança se desvia por falta de direcionamento, os pais compartilharão das consequências desse afastamento, pois foram designados como primeiros seus guias na Terra.

Entretanto, quando os pais cumprem seu dever com dedicação e amor, fazem tudo o que está ao seu alcance para encaminhar seus filhos ao bem. Se, apesar de todo esforço, a criança seguir por caminhos equivocados, uma responsabilidade já não recai sobre os pais, mas sobre o próprio Espírito que escolheu sua trajetória. Maior será o mérito daqueles que, mesmo diante das dificuldades, fornecem sementes de luz plantadas no coração de seus filhos.

A infância não é apenas uma fase transitória, mas uma peça essencial no equilíbrio das leis divinas. Ela permite que os Espíritos renasçam com novas oportunidades, abrindo caminhos para a regeneração e o crescimento moral. Compreender essa verdade é aceitar a grandiosidade do plano divino, onde cada alma tem a chance de reescrever sua história sob o amparo do amor e da sabedoria.


Fonte do estudo: Livro dos Espíritos - Allan Kardec - Questão: 380, 383,385, 582,583

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