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Entre o Orgulho e a humildade: a escolha que define destinos

No capítulo 7 de O Evangelho Segundo o Espiritismo , intitulado “Bem-aventurados os pobres de espírito”, encontramos um dos ensinamentos mais profundos e ao mesmo tempo mais mal compreendidos do Cristo. Quando Jesus declara: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus”, Ele não está exaltando a ignorância intelectual, nem incentivando a falta de esforço pelo conhecimento. Ao contrário, está nos convidando a refletir sobre a humildade — essa virtude silenciosa que sustenta todas as demais. Ser “pobre de espírito” é ser simples de coração. É não se considerar acima de ninguém. É compreender que, diante de Deus, todos somos aprendizes em diferentes estágios da jornada evolutiva. A tendência humana, entretanto, é outra: é a de se crer acima de tudo e de todos. O orgulho é uma sombra que nos acompanha desde as experiências mais primitivas. Ele se manifesta quando acreditamos que sabemos mais, que somos melhores, que nossa dor é maior, que nossa opinião é superio...

"Dai a César o que é de César" à luz do Espiritismo

 


As palavras de Jesus, "Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus"  em Mateus 22:21, revela uma profunda reflexão sobre a distinção entre os deveres materiais e espirituais. No Capítulo 11, itens 5, 6 e 7 de O Evangelho Segundo o Espiritismo, Kardec esclarece que essa lição nos ensina a conciliar as obrigações terrenas com os compromissos superiores da alma.

As leis humanas e os bens materiais têm sua importância na organização da sociedade, e cada indivíduo deve respeitá-los e cumpri-los, sem, contudo, esquecer-se da lei divina. Pagar impostos, respeitar as autoridades e cumprir responsabilidades sociais são deveres legítimos, mas não devem sobrepor-se aos valores morais e espirituais que regem nossa verdadeira evolução.

Jesus nos ensina que, embora devamos viver no mundo e respeitar suas regras, nossa maior lealdade deve ser à lei de Deus. O homem pode possuir riquezas e status sem se deixar escravizar por eles, desde que não perca de vista os princípios de amor, justiça e caridade. A verdadeira grandeza não está no acúmulo de bens terrenos, mas no cultivo das virtudes que enriquecem o Espírito.

Assim, essa passagem nos convida a viver de forma equilibrada: sendo cidadãos responsáveis no plano material, mas jamais esquecendo que nossa maior missão é evoluir espiritualmente. "Dar a Deus o que é de Deus" significa oferecer-Lhe nossa fé, nossa transformação moral e o cumprimento dos Seus ensinamentos, que são eternos e muito superiores a qualquer ordem terrena.

Fonte do estudo: O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 11, itens, 5, 6 e 7.

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