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Entre o Orgulho e a humildade: a escolha que define destinos

No capítulo 7 de O Evangelho Segundo o Espiritismo , intitulado “Bem-aventurados os pobres de espírito”, encontramos um dos ensinamentos mais profundos e ao mesmo tempo mais mal compreendidos do Cristo. Quando Jesus declara: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus”, Ele não está exaltando a ignorância intelectual, nem incentivando a falta de esforço pelo conhecimento. Ao contrário, está nos convidando a refletir sobre a humildade — essa virtude silenciosa que sustenta todas as demais. Ser “pobre de espírito” é ser simples de coração. É não se considerar acima de ninguém. É compreender que, diante de Deus, todos somos aprendizes em diferentes estágios da jornada evolutiva. A tendência humana, entretanto, é outra: é a de se crer acima de tudo e de todos. O orgulho é uma sombra que nos acompanha desde as experiências mais primitivas. Ele se manifesta quando acreditamos que sabemos mais, que somos melhores, que nossa dor é maior, que nossa opinião é superio...

Ressurreição da Carne

 


No Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, a questão 1010 e seu desdobramento (1010a) abordam a ideia da "ressurreição da carne", um conceito tradicionalmente interpretado pelas religiões cristãs como a volta dos corpos físicos à vida no Juízo Final. No entanto, a doutrina espírita oferece uma explicação diferente, baseada nos princípios da imortalidade da alma e da reencarnação.

O Conceito Tradicional de Ressurreição da Carne

Na tradição cristã, a ressurreição da carne é frequentemente entendida como a restauração do corpo físico após a morte, onde os justos ressuscitariam glorificados e os pecadores enfrentariam julgamento. Essa ideia, porém, se choca com o conhecimento científico atual e com os princípios da evolução espiritual propostos pelo espiritismo.

A Visão Espírita: Ressurreição ou Reencarnação?

Na questão 1010, Kardec questiona os Espíritos sobre o destino da alma após a morte e como deve ser interpretada a ideia de ressurreição da carne. Os Espíritos esclarecem que essa expressão é uma interpretação materialista de uma realidade espiritual. O que realmente ocorre não é a ressurreição do corpo físico, que se decompõe após a morte, mas sim a continuidade da vida da alma e sua evolução por meio da reencarnação.

A reencarnação explica que os Espíritos voltam a um novo corpo, em diferentes existências, para progredirem e repararem erros do passado. Assim, a "ressurreição da carne" deve ser compreendida como um símbolo da reencarnação, e não como a volta do mesmo corpo físico.

A Imortalidade da Alma

Na questão 1010a, Kardec aprofunda o tema perguntando se essa crença na ressurreição da carne está ligada à imortalidade da alma. Os Espíritos respondem que sim, pois o ser humano sempre teve a intuição da vida após a morte. No entanto, essa crença foi moldada ao longo do tempo de acordo com o entendimento limitado da época, levando à ideia errônea de que o mesmo corpo físico voltaria à vida.

A verdadeira imortalidade se dá no plano espiritual, onde a alma continua sua trajetória após a desencarnação. O corpo é apenas um instrumento temporário, e não há necessidade de sua ressurreição, pois a alma recebe um novo corpo a cada reencarnação.

Fonte do estudo: O Livro dos Espírito, questões 1010 e 1010a

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