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Entre o Orgulho e a humildade: a escolha que define destinos

No capítulo 7 de O Evangelho Segundo o Espiritismo , intitulado “Bem-aventurados os pobres de espírito”, encontramos um dos ensinamentos mais profundos e ao mesmo tempo mais mal compreendidos do Cristo. Quando Jesus declara: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus”, Ele não está exaltando a ignorância intelectual, nem incentivando a falta de esforço pelo conhecimento. Ao contrário, está nos convidando a refletir sobre a humildade — essa virtude silenciosa que sustenta todas as demais. Ser “pobre de espírito” é ser simples de coração. É não se considerar acima de ninguém. É compreender que, diante de Deus, todos somos aprendizes em diferentes estágios da jornada evolutiva. A tendência humana, entretanto, é outra: é a de se crer acima de tudo e de todos. O orgulho é uma sombra que nos acompanha desde as experiências mais primitivas. Ele se manifesta quando acreditamos que sabemos mais, que somos melhores, que nossa dor é maior, que nossa opinião é superio...

Estado Natural e Marcha do Progresso


 O ser humano, ao longo de sua jornada evolutiva, não permanece fixo em um estado primitivo. Segundo O Livro dos Espíritos, nas questões 776 a 785, o homem nunca regride, mas avança constantemente, impulsionado pelas leis divinas que regem o progresso da humanidade.

O estado natural não deve ser confundido com o primitivismo absoluto. Embora os primeiros homens vivessem em condições rudimentares, sem grandes conhecimentos científicos ou morais, ainda assim estavam sujeitos à lei do progresso. Deus não cria o ser humano para permanecer indefinidamente nesse estado inicial; ao contrário, a evolução é um propósito divino que leva cada Espírito a aprimorar-se gradativamente.

A marcha do progresso ocorre em duas direções: material e moral. O progresso material é mais rápido e visível, manifestando-se através da ciência, tecnologia e organização social. No entanto, o verdadeiro progresso é o moral, pois ele é que define o nível real de civilização de um povo. Uma sociedade pode alcançar grande desenvolvimento material e, ainda assim, estar moralmente atrasada se persistirem entre seus membros o egoísmo, a violência e a injustiça.

A resistência ao progresso pode atrasar o desenvolvimento de uma nação, mas nunca impedi-lo definitivamente. Há Espíritos que, por orgulho e apego às tradições, se opõem às mudanças, mas as gerações sucessivas trazem Espíritos mais preparados para promover a renovação. A lei do progresso age de maneira irresistível, impulsionando a humanidade a superar seus próprios limites.

O Espiritismo vem esclarecer que cada ser humano é responsável pelo seu próprio crescimento, mas também pelo avanço da coletividade. À medida que os indivíduos se educam espiritualmente, toda a sociedade se beneficia, tornando-se mais justa, pacífica e fraterna. Esse é o verdadeiro sentido da marcha do progresso: um caminho contínuo rumo à perfeição, sob a orientação das leis divinas.

Fonte do estudo: O Livro dos Espíritos, questões 776 a 785.


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