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Entre o Orgulho e a humildade: a escolha que define destinos

No capítulo 7 de O Evangelho Segundo o Espiritismo , intitulado “Bem-aventurados os pobres de espírito”, encontramos um dos ensinamentos mais profundos e ao mesmo tempo mais mal compreendidos do Cristo. Quando Jesus declara: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus”, Ele não está exaltando a ignorância intelectual, nem incentivando a falta de esforço pelo conhecimento. Ao contrário, está nos convidando a refletir sobre a humildade — essa virtude silenciosa que sustenta todas as demais. Ser “pobre de espírito” é ser simples de coração. É não se considerar acima de ninguém. É compreender que, diante de Deus, todos somos aprendizes em diferentes estágios da jornada evolutiva. A tendência humana, entretanto, é outra: é a de se crer acima de tudo e de todos. O orgulho é uma sombra que nos acompanha desde as experiências mais primitivas. Ele se manifesta quando acreditamos que sabemos mais, que somos melhores, que nossa dor é maior, que nossa opinião é superio...

A Perda de Entes Queridos

 


A perda de entes queridos é uma das dores mais profundas que o ser humano pode experimentar. No entanto, segundo O Livro dos Espíritos, questões 934 a 936, essa dor pode ser compreendida de maneira mais consoladora à luz do espiritismo, pois a morte não é o fim, mas apenas uma separação temporária.

Na questão 934, Kardec questiona se a perda dos seres amados é uma causa legítima de dor para o homem. Os Espíritos respondem que sim, pois essa dor é natural e decorre do amor e do apego que sentimos por aqueles que partiram. No entanto, também explicam que essa aflição se torna um sofrimento excessivo quando se perde a fé na continuidade da vida após a morte. Quem compreende que o Espírito do ente querido continua a existir e pode até estar próximo, sofre menos, pois sabe que a separação é passageira.

Na questão 935, é abordada a situação daqueles que acreditam que seus entes queridos estão perdidos para sempre. O espiritismo esclarece que esse pensamento é um engano e que o amor verdadeiro nunca se extingue. Os Espíritos nos garantem que os laços afetivos não se rompem com a morte, mas permanecem fortalecidos pela espiritualidade. Aqueles que se foram continuam a nos amar e, muitas vezes, nos acompanham e nos inspiram em nossa jornada terrena.

Por fim, na questão 936, Kardec pergunta se há meios de suavizar a amargura da perda. A resposta é clara: sim, através do conhecimento da vida espiritual e da certeza de que a separação é temporária. O espiritismo ensina que podemos manter a conexão com aqueles que partiram através da prece e do pensamento. Além disso, eles podem se manifestar por meio de sonhos, sinais e até comunicações mediúnicas, demonstrando que continuam vivos no plano espiritual.

Dessa forma, embora a dor da perda seja inevitável, ela pode ser amenizada pela compreensão de que a morte não é o fim, mas uma passagem. O reencontro com os entes queridos está garantido no momento certo, e a melhor maneira de honrá-los é seguir em frente com coragem, cultivando o amor e a fé na imortalidade da alma.

Fonte do estudo: O Livro dos Espíritos, questões 934 a 936.

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