Pular para o conteúdo principal

👉 Comece pelo fundamento da Doutrina Espírita

👉 Comece pelo fundamento da Doutrina Espírita
Publicidade | Link de afiliado Amazon | Posso receber comissão por compras qualificadas.

Destaques

Maledicência: os murmuradores da vida alheia

                         A meledicência é uma imperfeição da alma. Falar da vida alheia parece, muitas vezes, um hábito inofensivo. Um comentário aqui, uma crítica ali, uma conversa sobre o comportamento de alguém que nem sequer está presente para se explicar. Mas, quando nos acostumamos a procurar os defeitos do próximo e a divulgá-los, transformamos a palavra em instrumento de julgamento e nos afastamos dos ensinamentos de Jesus. A pessoa maledicente é maldosa. Em O Evangelho Segundo o Espiritismo , capítulo 10, itens 9 e 11, encontramos importantes reflexões sobre o argueiro e a trave no olho e sobre a advertência de Jesus: “Não julgueis, para que não sejais julgados”. O Mestre também nos convida a refletir sobre a própria conduta ao afirmar que aquele que estiver sem pecado atire a primeira pedra. A maledicência é justamente isso: esmiuçar a vida alheia, destacando os erros, interpretando as atitudes pelo lado mais des...

A Perda de Entes Queridos

 


A perda de entes queridos é uma das dores mais profundas que o ser humano pode experimentar. No entanto, segundo O Livro dos Espíritos, questões 934 a 936, essa dor pode ser compreendida de maneira mais consoladora à luz do espiritismo, pois a morte não é o fim, mas apenas uma separação temporária.

Na questão 934, Kardec questiona se a perda dos seres amados é uma causa legítima de dor para o homem. Os Espíritos respondem que sim, pois essa dor é natural e decorre do amor e do apego que sentimos por aqueles que partiram. No entanto, também explicam que essa aflição se torna um sofrimento excessivo quando se perde a fé na continuidade da vida após a morte. Quem compreende que o Espírito do ente querido continua a existir e pode até estar próximo, sofre menos, pois sabe que a separação é passageira.

Na questão 935, é abordada a situação daqueles que acreditam que seus entes queridos estão perdidos para sempre. O espiritismo esclarece que esse pensamento é um engano e que o amor verdadeiro nunca se extingue. Os Espíritos nos garantem que os laços afetivos não se rompem com a morte, mas permanecem fortalecidos pela espiritualidade. Aqueles que se foram continuam a nos amar e, muitas vezes, nos acompanham e nos inspiram em nossa jornada terrena.

Por fim, na questão 936, Kardec pergunta se há meios de suavizar a amargura da perda. A resposta é clara: sim, através do conhecimento da vida espiritual e da certeza de que a separação é temporária. O espiritismo ensina que podemos manter a conexão com aqueles que partiram através da prece e do pensamento. Além disso, eles podem se manifestar por meio de sonhos, sinais e até comunicações mediúnicas, demonstrando que continuam vivos no plano espiritual.

Dessa forma, embora a dor da perda seja inevitável, ela pode ser amenizada pela compreensão de que a morte não é o fim, mas uma passagem. O reencontro com os entes queridos está garantido no momento certo, e a melhor maneira de honrá-los é seguir em frente com coragem, cultivando o amor e a fé na imortalidade da alma.

Fonte do estudo: O Livro dos Espíritos, questões 934 a 936.

Comentários

Compre Aqui seu livro Espírita e economize

Compre Aqui seu livro Espírita e economize
Publicidade | Link de afiliado Amazon | Posso receber comissão por compras qualificadas.

Ler ficou simples: Descubra o Kindle

Ler ficou simples: Descubra o Kindle
Publicidade | Link de afiliado Amazon | Posso receber comissão por compras qualificadas.

Ouça Livros Espíritas Gratuitamente

Ouça Livros Espíritas Gratuitamente
Divulgando a Doutrina Espírita

Instagram

Postagens mais visitadas