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Entre o Orgulho e a humildade: a escolha que define destinos

No capítulo 7 de O Evangelho Segundo o Espiritismo , intitulado “Bem-aventurados os pobres de espírito”, encontramos um dos ensinamentos mais profundos e ao mesmo tempo mais mal compreendidos do Cristo. Quando Jesus declara: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus”, Ele não está exaltando a ignorância intelectual, nem incentivando a falta de esforço pelo conhecimento. Ao contrário, está nos convidando a refletir sobre a humildade — essa virtude silenciosa que sustenta todas as demais. Ser “pobre de espírito” é ser simples de coração. É não se considerar acima de ninguém. É compreender que, diante de Deus, todos somos aprendizes em diferentes estágios da jornada evolutiva. A tendência humana, entretanto, é outra: é a de se crer acima de tudo e de todos. O orgulho é uma sombra que nos acompanha desde as experiências mais primitivas. Ele se manifesta quando acreditamos que sabemos mais, que somos melhores, que nossa dor é maior, que nossa opinião é superio...

A Felicidade não é deste Mundo

 


No capítulo 5, item 20 de O Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec nos apresenta uma reflexão essencial sobre a verdadeira natureza da felicidade. Segundo esse ensinamento, a felicidade plena não pode ser encontrada na Terra, pois este mundo é um local de provas e expiações, onde os Espíritos vêm para aprender, crescer e corrigir erros do passado.

Muitos buscam a felicidade nos bens materiais, no poder, na fama ou nos prazeres sensoriais. No entanto, mesmo aqueles que possuem riqueza, saúde e status continuam enfrentando desafios, desilusões e sofrimentos. Isso acontece porque a felicidade baseada apenas em conquistas materiais é passageira e incompleta. A dor, as perdas e as dificuldades são inevitáveis na existência humana, mostrando que a Terra não é um paraíso, mas uma escola de aprendizado.

A verdadeira felicidade não está nos prazeres efêmeros do mundo, mas sim no crescimento espiritual, na paz interior e na prática do bem. Quem compreende isso passa a enxergar os desafios da vida com mais serenidade, sabendo que as dificuldades são oportunidades de evolução. A felicidade real não depende das circunstâncias externas, mas da capacidade de cultivar valores como amor, caridade, humildade e resignação.

O espiritismo nos ensina que a Terra não é a morada definitiva do Espírito. A verdadeira felicidade aguarda aqueles que se esforçam para evoluir e seguir os ensinamentos de Jesus. Assim, ao invés de buscar uma felicidade ilusória no mundo material, devemos nos preparar para a vida espiritual, onde encontraremos a paz e a alegria duradouras.

"A felicidade não é deste mundo" porque a Terra é um local de aprendizado e purificação, não um destino final de plenitude. No entanto, ao compreendermos que os sofrimentos fazem parte da jornada evolutiva e ao cultivarmos o bem, podemos experimentar uma felicidade relativa, baseada na tranquilidade da consciência e na certeza de que a verdadeira paz nos aguarda no futuro espiritual.

Fonte de estudo: O Livro dos Espíritos, questões 941 a 957

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