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Entre o Orgulho e a humildade: a escolha que define destinos

No capítulo 7 de O Evangelho Segundo o Espiritismo , intitulado “Bem-aventurados os pobres de espírito”, encontramos um dos ensinamentos mais profundos e ao mesmo tempo mais mal compreendidos do Cristo. Quando Jesus declara: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus”, Ele não está exaltando a ignorância intelectual, nem incentivando a falta de esforço pelo conhecimento. Ao contrário, está nos convidando a refletir sobre a humildade — essa virtude silenciosa que sustenta todas as demais. Ser “pobre de espírito” é ser simples de coração. É não se considerar acima de ninguém. É compreender que, diante de Deus, todos somos aprendizes em diferentes estágios da jornada evolutiva. A tendência humana, entretanto, é outra: é a de se crer acima de tudo e de todos. O orgulho é uma sombra que nos acompanha desde as experiências mais primitivas. Ele se manifesta quando acreditamos que sabemos mais, que somos melhores, que nossa dor é maior, que nossa opinião é superio...

Intervenção de Deus nas Penas & Recompensas

                          

No Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, as questões 963 a 982 abordam a intervenção de Deus nas penas e recompensas e a natureza das penas e dos gozos futuros, esclarecendo como a justiça divina se manifesta no destino dos Espíritos. Diferente da visão tradicional de um Deus que pune e recompensa de forma arbitrária, o espiritismo ensina que as consequências das ações de cada indivíduo são naturais e justas, resultantes da lei de causa e efeito.

Na questão 963, Kardec pergunta se Deus cuida pessoalmente de cada indivíduo, ao que os Espíritos respondem que Deus estabeleceu leis universais que regem o destino de suas criaturas. Essas leis são perfeitas e aplicam-se igualmente a todos, sem favoritismos ou castigos arbitrários.

Dessa forma, Deus não intervém diretamente para punir ou recompensar, mas criou um sistema de justiça baseado no princípio de causa e efeito, onde cada Espírito colhe o que semeia. Boas ações geram paz e felicidade, enquanto erros e faltas trazem sofrimento e necessidade de reparação.

As penas futuras não são decretadas por Deus como um castigo externo, mas resultam das próprias escolhas do Espírito. Na questão 965, os Espíritos explicam que o sofrimento do Espírito decorre de sua condição moral. Quanto mais ligado ao orgulho, ao egoísmo e às paixões materiais, mais ele sente angústia e remorso ao perceber seus erros após a morte.

Esse sofrimento pode se manifestar de diversas formas:

  • Remorso profundo pela consciência dos erros cometidos.
  • Distanciamento dos Espíritos superiores, vivendo em regiões espirituais sombrias.
  • Dificuldade de se desprender do plano material, sentindo-se preso ao que deixou na Terra.

No entanto, essas penas não são eternas, pois Deus, sendo infinitamente justo e misericordioso, sempre oferece ao Espírito oportunidades de regeneração e progresso.

Assim como o sofrimento resulta do atraso moral, a felicidade espiritual é consequência do progresso e da prática do bem. Na questão 967, os Espíritos esclarecem que a verdadeira felicidade não depende de bens materiais, poder ou prazeres terrenos, mas sim da paz de consciência e do amor ao próximo.

Os Espíritos que se elevam moralmente desfrutam de estados de felicidade que incluem:

  • Harmonia e paz interior, livres de remorsos e culpas.
  • Aproximação de Espíritos superiores, vivendo em esferas espirituais elevadas.
  • A alegria de auxiliar os que ainda sofrem, participando da obra divina de evolução.

Essa felicidade não é um prêmio arbitrário, mas a consequência natural de uma vida voltada ao amor, à caridade e à evolução espiritual.

O espiritismo nos ensina que Deus não impõe penas nem concede recompensas de maneira arbitrária. As consequências das ações de cada Espírito decorrem da lei de causa e efeito, garantindo que cada um seja responsável pelo seu próprio destino. As penas futuras são estados de sofrimento que resultam dos erros cometidos, mas podem ser superadas pelo arrependimento e pela reparação do mal. Já os gozos futuros representam a plenitude e a paz daqueles que evoluem e se libertam das imperfeições.

Assim, a verdadeira justiça divina é baseada no amor e na oportunidade de regeneração, permitindo que todos os Espíritos, independentemente de seus erros, possam alcançar um dia a felicidade suprema junto a Deus.

Artigos Relacionados: Penas e Gozos Futuros

                                           Penas e Gozos Terrestres

Referência Bibliográfica:

 O Livro dos Espíritos, questão 963 a 982

O Consolador, psicografado por Chico Xavier pelo espírito Emmanuel, é uma das obras fundamentais da literatura espírita. Estruturado em forma de perguntas e respostas, o livro traz 411 questões divididas em três partes: Ciência, Filosofia e Religião, oferecendo uma visão ampla e profunda sobre temas espirituais, morais e científicos à luz do Espiritismo. Com linguagem clara e acessível, Emmanuel esclarece dúvidas que envolvem a vida material e espiritual, abordando desde fenômenos da mediunidade até questões éticas e existenciais. É uma obra de estudo, reflexão e consolo, que ajuda o leitor a compreender melhor o propósito da vida e o papel do ser humano na evolução espiritual.



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