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Entre o Orgulho e a humildade: a escolha que define destinos

No capítulo 7 de O Evangelho Segundo o Espiritismo , intitulado “Bem-aventurados os pobres de espírito”, encontramos um dos ensinamentos mais profundos e ao mesmo tempo mais mal compreendidos do Cristo. Quando Jesus declara: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus”, Ele não está exaltando a ignorância intelectual, nem incentivando a falta de esforço pelo conhecimento. Ao contrário, está nos convidando a refletir sobre a humildade — essa virtude silenciosa que sustenta todas as demais. Ser “pobre de espírito” é ser simples de coração. É não se considerar acima de ninguém. É compreender que, diante de Deus, todos somos aprendizes em diferentes estágios da jornada evolutiva. A tendência humana, entretanto, é outra: é a de se crer acima de tudo e de todos. O orgulho é uma sombra que nos acompanha desde as experiências mais primitivas. Ele se manifesta quando acreditamos que sabemos mais, que somos melhores, que nossa dor é maior, que nossa opinião é superio...

Ajuda-te que o Céu te ajudará

 


 "Pedi e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei e abrir-se-vos-á; porque todo aquele que pede recebe, e quem busca acha, e a quem bate abrir-se-á (Mateus, 7:7-8)

No Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 25, itens 1 a 5, a máxima "Ajuda-te, que o Céu te ajudará" ensina que o ser humano deve agir ativamente na construção do próprio progresso, em vez de esperar passivamente por milagres ou intervenções divinas. Deus, em sua infinita justiça e bondade, oferece ao Espírito as oportunidades e os recursos necessários para seu crescimento, mas cabe a cada um a responsabilidade de aproveitá-los com esforço e dedicação.

O Espiritismo esclarece que a fé sem obras é estéril e que o verdadeiro auxílio divino se manifesta àqueles que buscam, com vontade sincera, superar dificuldades e melhorar-se moralmente. As bênçãos do Céu não são privilégios concedidos arbitrariamente, mas sim o resultado do trabalho e da perseverança no caminho do bem.

Assim como o lavrador precisa arar a terra e semear para colher seus frutos, cada um deve empenhar-se na luta contra suas imperfeições e desafios da vida. A inação e a acomodação são obstáculos à evolução espiritual, pois o progresso depende do esforço pessoal e da capacidade de enfrentar as provas da existência com coragem e resignação.

Portanto, essa lição nos lembra que Deus auxilia aqueles que se esforçam, pois a justiça divina respeita o livre-arbítrio e valoriza a dedicação do Espírito em sua caminhada evolutiva. Trabalhar pelo próprio aprimoramento e pelo bem do próximo é a chave para receber o auxílio divino e alcançar a verdadeira felicidade.

Fonte do estudo: O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 25, item 1 a 5.

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