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Entre o Orgulho e a humildade: a escolha que define destinos

No capítulo 7 de O Evangelho Segundo o Espiritismo , intitulado “Bem-aventurados os pobres de espírito”, encontramos um dos ensinamentos mais profundos e ao mesmo tempo mais mal compreendidos do Cristo. Quando Jesus declara: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus”, Ele não está exaltando a ignorância intelectual, nem incentivando a falta de esforço pelo conhecimento. Ao contrário, está nos convidando a refletir sobre a humildade — essa virtude silenciosa que sustenta todas as demais. Ser “pobre de espírito” é ser simples de coração. É não se considerar acima de ninguém. É compreender que, diante de Deus, todos somos aprendizes em diferentes estágios da jornada evolutiva. A tendência humana, entretanto, é outra: é a de se crer acima de tudo e de todos. O orgulho é uma sombra que nos acompanha desde as experiências mais primitivas. Ele se manifesta quando acreditamos que sabemos mais, que somos melhores, que nossa dor é maior, que nossa opinião é superio...

A Lei de Liberdade & O Progresso do Espírito

 


A liberdade é um princípio divino e uma condição essencial para o progresso do Espírito. Em O Livro dos Espíritos (questões 825 a 842), Allan Kardec esclarece que a lei de liberdade abrange diferentes aspectos da vida humana, como a liberdade natural, a abolição da escravidão, a liberdade de pensamento e de consciência. Cada uma dessas formas de liberdade influencia diretamente a evolução moral da humanidade e sua caminhada rumo à perfeição.

A liberdade natural é o estado primitivo do ser humano, no qual ele age conforme seus instintos e necessidades. No entanto, para viver em sociedade, essa liberdade deve ser regulada por leis morais que garantam o respeito ao próximo. O verdadeiro sentido da liberdade não é a ausência de regras, mas a possibilidade de agir com responsabilidade, sem prejudicar os outros. Quanto mais evoluído moralmente é um Espírito, maior sua compreensão de que a verdadeira liberdade se encontra na harmonia entre direitos e deveres.

A escravidão é condenada pela lei divina, pois fere a igualdade entre os Espíritos, todos criados para evoluir e conquistar sua autonomia. Nenhum homem tem o direito de se apropriar de outro, pois a liberdade é um atributo essencial da existência. Ainda que no passado a escravidão tenha sido tolerada devido à ignorância e ao orgulho humano, a evolução da humanidade conduz, inevitavelmente, à sua erradicação. Hoje, formas mais sutis de escravidão ainda persistem, como a exploração econômica e social, mas a luta pela liberdade é parte do progresso espiritual da Terra.

A liberdade de pensamento é absoluta, pois ninguém pode impedir um indivíduo de pensar e refletir. Entretanto, a forma como esse pensamento é expresso pode ser limitada pelas normas de convivência social. O respeito ao outro deve ser a base da manifestação de nossas ideias.

A liberdade de consciência, por sua vez, refere-se ao direito de cada um seguir sua própria crença, convicção ou filosofia de vida. Nenhum ser humano deve ser coagido a aceitar doutrinas que não condizem com sua consciência, pois a busca pela verdade é um processo individual e sagrado. A intolerância religiosa e a perseguição ideológica são frutos do orgulho e do desejo de dominação, não da vontade de Deus. A verdadeira religião é aquela que respeita e promove a fraternidade entre todos.

A liberdade não deve ser confundida com o direito de agir sem consequências. Toda escolha traz consigo responsabilidades. O Espírito, ao fazer uso de seu livre-arbítrio, deve compreender que cada ação gera um efeito, seja na sua vida presente ou em existências futuras. Assim, a liberdade deve ser utilizada com sabedoria e justiça, sempre guiada pelo bem.

O Espiritismo nos ensina que, à medida que o ser humano compreende e respeita a lei de liberdade, ele se aproxima de Deus e da verdadeira felicidade. O progresso da sociedade depende da valorização da liberdade aliada ao amor e à responsabilidade, garantindo que todos tenham a oportunidade de crescer e evoluir.

Fonte de estudo: O Livro dos Espíritos, questões 825 a 842.

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