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Destaques

Entre o Orgulho e a humildade: a escolha que define destinos

No capítulo 7 de O Evangelho Segundo o Espiritismo , intitulado “Bem-aventurados os pobres de espírito”, encontramos um dos ensinamentos mais profundos e ao mesmo tempo mais mal compreendidos do Cristo. Quando Jesus declara: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus”, Ele não está exaltando a ignorância intelectual, nem incentivando a falta de esforço pelo conhecimento. Ao contrário, está nos convidando a refletir sobre a humildade — essa virtude silenciosa que sustenta todas as demais. Ser “pobre de espírito” é ser simples de coração. É não se considerar acima de ninguém. É compreender que, diante de Deus, todos somos aprendizes em diferentes estágios da jornada evolutiva. A tendência humana, entretanto, é outra: é a de se crer acima de tudo e de todos. O orgulho é uma sombra que nos acompanha desde as experiências mais primitivas. Ele se manifesta quando acreditamos que sabemos mais, que somos melhores, que nossa dor é maior, que nossa opinião é superio...

Os Tormentos Voluntários e a Infelicidade Real

 


No capítulo 5, itens 23 e 24 de O Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec nos convida a refletir sobre as aflições que enfrentamos na vida e a distinguir aquelas que são inevitáveis das que são fruto de nossas próprias escolhas e condutas. Ele nos ensina que, muitas vezes, a infelicidade que experimentamos não decorre de causas externas, mas de tormentos voluntários que criamos para nós mesmos.

Os tormentos voluntários surgem, sobretudo, do apego excessivo às coisas materiais, do orgulho, da inveja e da ambição desmedida. Quando o homem se deixa dominar pelo desejo insaciável de riqueza, poder e status, acaba por se tornar escravo de suas próprias paixões. Ele sofre não porque lhe falta o necessário para viver, mas porque deseja sempre mais e teme perder o que possui. Assim, angustia-se com preocupações desnecessárias e vive em constante insatisfação.

Por outro lado, Kardec nos alerta para a verdadeira infelicidade, que não está na dor física ou nas dificuldades temporais, mas sim no vazio espiritual, na ausência de propósito e na falta de fé. Aquele que compreende o significado da vida e a justiça divina enfrenta as provas com resignação e coragem, reconhecendo que tudo tem um motivo e que as dificuldades servem para o nosso crescimento espiritual.

Portanto, para aliviar a infelicidade, é essencial cultivar a simplicidade, a humildade e o desapego dos bens materiais. A verdadeira felicidade não está na posse de riquezas ou na satisfação dos desejos mundanos, mas na paz de espírito, no amor ao próximo e na confiança em Deus. Assim, evitaremos os tormentos voluntários e encontraremos a verdadeira serenidade que só o entendimento espiritual pode proporcionar.

Fonte do Estudo: O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 5, itens 23 e 24.

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