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Entre o Orgulho e a humildade: a escolha que define destinos

No capítulo 7 de O Evangelho Segundo o Espiritismo , intitulado “Bem-aventurados os pobres de espírito”, encontramos um dos ensinamentos mais profundos e ao mesmo tempo mais mal compreendidos do Cristo. Quando Jesus declara: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus”, Ele não está exaltando a ignorância intelectual, nem incentivando a falta de esforço pelo conhecimento. Ao contrário, está nos convidando a refletir sobre a humildade — essa virtude silenciosa que sustenta todas as demais. Ser “pobre de espírito” é ser simples de coração. É não se considerar acima de ninguém. É compreender que, diante de Deus, todos somos aprendizes em diferentes estágios da jornada evolutiva. A tendência humana, entretanto, é outra: é a de se crer acima de tudo e de todos. O orgulho é uma sombra que nos acompanha desde as experiências mais primitivas. Ele se manifesta quando acreditamos que sabemos mais, que somos melhores, que nossa dor é maior, que nossa opinião é superio...

Relações Simpáticas e Antipáticas entre os Espíritos

 


As questões 291 a 303a de O Livro dos Espíritos tratam das relações entre os Espíritos após a morte, explicando como as nuances e diferenças morais influenciam suas interações. Assim como ocorre na Terra, no mundo espiritual os Espíritos se aproximam ou se afastam conforme seus sentimentos e níveis evolutivos.

Os Espíritos se atraem pela profundidade de sentimentos, pensamentos e grau de evolução. Quando possuem virtudes e objetivos semelhantes, estabelecem relações harmônicas e se unem por laços de amizade sincera.

  • Espíritos bons buscam outros bons Espíritos, formando grupos e colônias espirituais de paz e aprendizado.
  • O amor e a amizade verdadeira sobreviveram à morte e fortalecem esses laços no plano espiritual.
  • Mesmo na reencarnação, os Espíritos simpáticos podem se reencontrar na Terra como familiares ou amigos.

Da mesma forma que ocorre no mundo físico, há Espíritos que não se afinam e até se repelem. Essa antipatia pode ser resultado de diferenças morais ou de vivências passadas.

  • Espíritos inferiores, movidos por orgulho, inveja ou egoísmo, podem entrar em conflito entre si e com os mais evoluídos.
  • Se houve inimizades na Terra, elas podem continuar no plano espiritual, a menos que haja recuperação e reconciliação.
  • Contudo, com o tempo e o progresso espiritual, mesmo aqueles que se odiavam podem superar seus ressentimentos e se reconciliar.

O estado moral dos Espíritos não é fixo, e suas relações podem mudar conforme evoluem:

  • Espíritos que eram hostis podem, ao longo do tempo, perdoar e transformar sua relação em amizade.
  • Os laços de amor e amizade podem se fortalecer ainda mais à medida que os Espíritos avançam moralmente.
  • Os Espíritos inferiores, quando percebem seus erros, buscam uma reaproximação com aqueles que aprimoraram.
As relações entre os Espíritos continuam no além-túmulo conforme a camada moral e evolutiva. Laços de amor e amizade permanecem, enquanto as inimizades podem ser superadas com o tempo. O progresso espiritual é essencial para transformar as relações antipáticas em harmoniosas e alcançar a paz verdadeira.

Fonte de estudo: O Livro dos Espíritos, questões 291 a 303a.


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