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Entre o Orgulho e a humildade: a escolha que define destinos

No capítulo 7 de O Evangelho Segundo o Espiritismo , intitulado “Bem-aventurados os pobres de espírito”, encontramos um dos ensinamentos mais profundos e ao mesmo tempo mais mal compreendidos do Cristo. Quando Jesus declara: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus”, Ele não está exaltando a ignorância intelectual, nem incentivando a falta de esforço pelo conhecimento. Ao contrário, está nos convidando a refletir sobre a humildade — essa virtude silenciosa que sustenta todas as demais. Ser “pobre de espírito” é ser simples de coração. É não se considerar acima de ninguém. É compreender que, diante de Deus, todos somos aprendizes em diferentes estágios da jornada evolutiva. A tendência humana, entretanto, é outra: é a de se crer acima de tudo e de todos. O orgulho é uma sombra que nos acompanha desde as experiências mais primitivas. Ele se manifesta quando acreditamos que sabemos mais, que somos melhores, que nossa dor é maior, que nossa opinião é superio...

Povos Degenerados e Civilização

 


O progresso das civilizações não ocorre de maneira uniforme ou linear. Segundo O Livro dos Espíritos, nas questões 786 a 789, há povos que avançam rapidamente, enquanto outros parecem estagnar ou até mesmo regredir. Essa diferença no desenvolvimento se dá pela maturidade espiritual de seus membros e pelas escolhas morais e intelectuais que fazem ao longo do tempo.

Os chamados povos degenerados são aqueles que, em vez de acompanharem o progresso moral e intelectual da humanidade, resistem às mudanças e se apegam a hábitos, crenças e comportamentos que já não condizem com os princípios da evolução espiritual. No entanto, essa degeneração não significa um retrocesso definitivo, mas sim um período de estagnação que, mais cedo ou mais tarde, será superado. A lei do progresso é irresistível e impulsiona a renovação das sociedades, ainda que, em certos momentos, pareça haver uma queda no desenvolvimento.

Já a civilização verdadeira, conforme ensina o Espiritismo, não se limita aos avanços tecnológicos e materiais, mas se fundamenta no progresso moral da humanidade. Muitas sociedades alcançaram um alto nível de sofisticação científica e econômica, mas ainda carecem de valores como justiça, fraternidade e respeito ao próximo. Enquanto o egoísmo e o orgulho predominarem, a civilização será incompleta.

O Espiritismo esclarece que todas as nações e povos, em algum momento, terão que se alinhar às leis divinas, desenvolvendo-se espiritualmente e socialmente. Nenhuma cultura ou sociedade está condenada à estagnação eterna, pois a renovação se dá através das encarnações sucessivas dos Espíritos, que vão adquirindo novas experiências e impulsionando a humanidade rumo à verdadeira civilização: aquela baseada no amor, na justiça e na fraternidade universal.

Fonte do estudo: O Livro dos Espíritos, questões 786 a 789.

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