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Entre o Orgulho e a humildade: a escolha que define destinos

No capítulo 7 de O Evangelho Segundo o Espiritismo , intitulado “Bem-aventurados os pobres de espírito”, encontramos um dos ensinamentos mais profundos e ao mesmo tempo mais mal compreendidos do Cristo. Quando Jesus declara: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus”, Ele não está exaltando a ignorância intelectual, nem incentivando a falta de esforço pelo conhecimento. Ao contrário, está nos convidando a refletir sobre a humildade — essa virtude silenciosa que sustenta todas as demais. Ser “pobre de espírito” é ser simples de coração. É não se considerar acima de ninguém. É compreender que, diante de Deus, todos somos aprendizes em diferentes estágios da jornada evolutiva. A tendência humana, entretanto, é outra: é a de se crer acima de tudo e de todos. O orgulho é uma sombra que nos acompanha desde as experiências mais primitivas. Ele se manifesta quando acreditamos que sabemos mais, que somos melhores, que nossa dor é maior, que nossa opinião é superio...

Lei de Justiça, Direito Natural, Propriedade & Roubo

 



A justiça é um dos princípios fundamentais da Lei Divina, e sua base não respeita os direitos de cada indivíduo. Segundo O Livro dos Espíritos , nas questões 873 a 885, a justiça não é apenas um conceito humano, mas uma lei natural que rege o equilíbrio e a harmonia entre os seres.

A Justiça e o Direito Natural

Na questão 873, os Espíritos ensinam que a justiça se baseia no respeito aos direitos de cada um. O verdadeiro sentido da justiça não é apenas nas leis humanas, que são falhas e mutáveis, mas na Lei Divina, que é imutável e eterna. O direito natural decorre dessa lei e consiste naquilo que é essencial para a harmonia e o progresso da humanidade.

A justiça, no sentido espiritual, exige que o ser humano respeite os direitos do próximo da mesma forma que deseja ter seus próprios direitos respeitados. Assim, qualquer ação que cause prejuízo a outro, seja material ou moral, é uma infração a essa lei.

O Direito de Propriedade

A questão 880 trata do direito de propriedade, um tema fundamental na organização social. Os Espíritos esclarecem que a posse dos bens é de direito legítimo, desde que adquiridos de maneira honesta e sem prejuízo a terceiros. A propriedade, no entanto, não deve ser vista como um privilégio absoluto, mas sim como uma responsabilidade.

Aquele que possui bens materiais tem o dever moral de usá-los de forma justa, auxiliando aqueles que votarem. O verdadeiro proprietário não é aquele que apenas acumula riquezas, mas aquele que as utiliza para o bem coletivo. Como ensinado pelo Evangelho, a posse é transitória, pois nada levamos ao desencarnar, exceto as virtudes adquiridas por meio do uso correto dos recursos que nos foram confiáveis.

O Roubo e suas Implicações Morais

O roubo é tratado em várias questões, especialmente na 884 e 885. Os Espíritos explicam que o roubo não se limita apenas ao ato de tomar algo material de outra pessoa, mas inclui qualquer forma de exploração ou injustiça que prive alguém que lhe seja de direito.

A desigualdade de posse pode levar algumas pessoas ao erro do roubo, mas a Doutrina Espírita deixa claro que essa atitude nunca é justificada. Mesmo em situações de extrema necessidade, existem alternativas que não envolvem o desrespeito ao direito alheio. O verdadeiro progresso moral ocorre quando a sociedade encontra formas de garantir a todos os meios dignos de subsistência, assim como as causas que levam ao crime.

Por outro lado, aqueles que exploram e enriquecem aos custos do sofrimento alheio também cometem uma forma de roubos, ainda que dentro dos limites das leis humanas. A justiça divina, no entanto, não se limita às leis dos homens, e cada um responderá, segundo sua consciência, pelo uso que fez dos bens que lhe foram confiados.

As questões 873 a 885 de O Livro dos Espíritos ensinam que a justiça é um princípio universal que transcende as leis humanas. O direito de propriedade é legítimo quando adquirido e utilizado de forma justa, mas o apego excessivo aos bens materiais pode ser um obstáculo ao progresso espiritual.

O roubo, seja ele direto ou disfarçado, é uma violação da Lei de Justiça e gera consequências para aquele que o pratica. A verdadeira solução para os problemas sociais está no desenvolvimento da fraternidade, da solidariedade e do respeito mútuo, promovendo uma sociedade mais justa e equilibrada.

Somente quando o ser humano compreender que a posse dos bens materiais é uma responsabilidade e não um privilégio, ele será verdadeiramente alinhado com a Lei Divina. O compromisso com a justiça, a equidade e a caridade é o que permitirá a evolução moral da humanidade rumo a um mundo mais harmonioso e fraterno.

Fonte de estudo: O Livro dos Espíritos, questões 873 a 885

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