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Entre o Orgulho e a humildade: a escolha que define destinos

No capítulo 7 de O Evangelho Segundo o Espiritismo , intitulado “Bem-aventurados os pobres de espírito”, encontramos um dos ensinamentos mais profundos e ao mesmo tempo mais mal compreendidos do Cristo. Quando Jesus declara: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus”, Ele não está exaltando a ignorância intelectual, nem incentivando a falta de esforço pelo conhecimento. Ao contrário, está nos convidando a refletir sobre a humildade — essa virtude silenciosa que sustenta todas as demais. Ser “pobre de espírito” é ser simples de coração. É não se considerar acima de ninguém. É compreender que, diante de Deus, todos somos aprendizes em diferentes estágios da jornada evolutiva. A tendência humana, entretanto, é outra: é a de se crer acima de tudo e de todos. O orgulho é uma sombra que nos acompanha desde as experiências mais primitivas. Ele se manifesta quando acreditamos que sabemos mais, que somos melhores, que nossa dor é maior, que nossa opinião é superio...

O Progresso da Legislação Humana e a Influência do Espiritismo

 


A evolução da humanidade reflete-se no aprimoramento das leis que regem a sociedade. Inicialmente, a legislação era moldada pelo poder e pelos interesses dos mais fortes, mas, à medida que o homem desenvolve sua consciência moral e intelectual, as leis tornam-se mais justas e equitativas. O Livro dos Espíritos (questões 798 a 802) esclarece que o progresso legislativo é um reflexo direto da elevação espiritual dos povos, e que as leis humanas, com o tempo, vão se ajustando aos princípios de justiça, promovendo maior harmonia e equilíbrio social.

Esse avanço, no entanto, não ocorre de maneira uniforme ou imediata. Muitas vezes, a resistência ao novo e a permanência de velhos hábitos retardam as mudanças necessárias. No entanto, conforme a humanidade amadurece, as leis se tornam menos severas e mais humanizadas, eliminando gradativamente abusos e injustiças. Esse processo demonstra que o progresso moral deve acompanhar o progresso intelectual para que as sociedades se tornem verdadeiramente civilizadas.

Nesse contexto, o Espiritismo desempenha um papel fundamental na transformação das consciências e, consequentemente, na melhoria das leis humanas. Sem promover revoluções violentas, a Doutrina Espírita influencia silenciosamente a mentalidade coletiva ao esclarecer princípios como a imortalidade da alma, a reencarnação e a lei de causa e efeito. Esses ensinamentos despertam no homem um senso mais profundo de responsabilidade e fraternidade, conduzindo-o a legislações mais justas e humanitárias.

A influência do Espiritismo já pode ser observada em mudanças significativas da sociedade, como a abolição da escravidão, a condenação da pena de morte e a busca por leis que valorizem a dignidade humana. À medida que os povos evoluem moralmente, a legislação se ajusta a essa nova realidade, tornando-se um reflexo mais fiel dos valores de amor, caridade e justiça divina. Assim, o verdadeiro progresso não está apenas na criação de normas mais avançadas, mas na transformação interior do ser humano, que passa a compreender e praticar as leis divinas na vida em sociedade.

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