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Entre o Orgulho e a humildade: a escolha que define destinos

No capítulo 7 de O Evangelho Segundo o Espiritismo , intitulado “Bem-aventurados os pobres de espírito”, encontramos um dos ensinamentos mais profundos e ao mesmo tempo mais mal compreendidos do Cristo. Quando Jesus declara: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus”, Ele não está exaltando a ignorância intelectual, nem incentivando a falta de esforço pelo conhecimento. Ao contrário, está nos convidando a refletir sobre a humildade — essa virtude silenciosa que sustenta todas as demais. Ser “pobre de espírito” é ser simples de coração. É não se considerar acima de ninguém. É compreender que, diante de Deus, todos somos aprendizes em diferentes estágios da jornada evolutiva. A tendência humana, entretanto, é outra: é a de se crer acima de tudo e de todos. O orgulho é uma sombra que nos acompanha desde as experiências mais primitivas. Ele se manifesta quando acreditamos que sabemos mais, que somos melhores, que nossa dor é maior, que nossa opinião é superio...

A Natureza no Plano Espiritual

 


No contexto espírita, a natureza no plano espiritual é concebida como uma extensão sutil e elevada da natureza terrena, refletindo a harmonia e a beleza do universo em dimensões superiores. Essa perspectiva é abordada em obras como "Evolução em Dois Mundos", psicografada por Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira, e em artigos de Marta Antunes Moura publicados na revista "O Reformador".

No capítulo 13 de "Evolução em Dois Mundos", intitulado "Alma e Fluidos", o espírito André Luiz descreve as esferas espirituais como subdivisões do plano imediato à residência dos homens, não do ponto de vista espacial, mas sob o prisma de condições. Ele compara essas esferas às camadas da crosta terrestre, ressaltando que, assim como na Terra existem múltiplos círculos de força e atividade, no plano espiritual há variados setores de ação e luta onde a consciência desencarnada experimenta os resultados de suas criações terrenas.

Marta Antunes Moura, em seus artigos na revista "O Reformador", também aborda a temática da natureza no plano espiritual, enfatizando que a vida espiritual é uma continuidade da vida material, porém em uma dimensão mais sutil e elevada. Ela destaca que o plano espiritual possui paisagens, ambientes e elementos naturais que refletem o estado mental e moral dos espíritos que ali habitam, sendo a natureza uma manifestação da harmonia divina e do progresso contínuo das almas.

A natureza no plano espiritual é uma realidade dinâmica e interativa, onde os espíritos, através de seus pensamentos e sentimentos, influenciam e são influenciados pelo ambiente que os cerca, evidenciando a interconexão entre o mundo material e o espiritual.

Fonte do estudo: Livro "O Reformador" artigo Marta Antunes Moura e Livro "Evolução em Dois Mundos" Chico Xavier e Waldo Vieira pelo Espírito André Luiz.

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