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Entre o Orgulho e a humildade: a escolha que define destinos

No capítulo 7 de O Evangelho Segundo o Espiritismo , intitulado “Bem-aventurados os pobres de espírito”, encontramos um dos ensinamentos mais profundos e ao mesmo tempo mais mal compreendidos do Cristo. Quando Jesus declara: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus”, Ele não está exaltando a ignorância intelectual, nem incentivando a falta de esforço pelo conhecimento. Ao contrário, está nos convidando a refletir sobre a humildade — essa virtude silenciosa que sustenta todas as demais. Ser “pobre de espírito” é ser simples de coração. É não se considerar acima de ninguém. É compreender que, diante de Deus, todos somos aprendizes em diferentes estágios da jornada evolutiva. A tendência humana, entretanto, é outra: é a de se crer acima de tudo e de todos. O orgulho é uma sombra que nos acompanha desde as experiências mais primitivas. Ele se manifesta quando acreditamos que sabemos mais, que somos melhores, que nossa dor é maior, que nossa opinião é superio...

O Fenômeno Mediúnico através dos tempos


Desde os primeiros passos da civilização, o fenômeno mediúnico manifestou-se em diversas culturas e épocas, sempre ligado à percepção de realidades invisíveis. Na Antiguidade, povos como egípcios, gregos e romanos utilizavam sacerdotes e oráculos para estabelecer contato com entidades espirituais, como no famoso templo de Delfos. Essas manifestações influenciavam decisões políticas, militares e sociais.

Na Idade Média, as capacidades mediúnicas muitas vezes foram mal interpretadas ou condenadas por religiões institucionalizadas, sendo associadas a feitiçaria ou heresia. Ainda assim, experiências espirituais ocorreram entre místicos cristãos, como São Francisco de Assis e Santa Teresa d’Ávila (Fenômeno Espírita, Gabriel Delanne)

O Iluminismo abriu espaço para um olhar mais investigativo. No século XIX, os fenômenos das mesas girantes, especialmente nos EUA com as irmãs Fox, marcaram o início do chamado espiritismo moderno. Allan Kardec analisou esses fenômenos com método científico e lançou O Livro dos Médiuns (1861), introduzindo uma explicação racional da mediunidade como faculdade humana inerente à natureza (O Livro dos Médiuns, cap. 2, item 60).

O Espiritismo, codificado por Allan Kardec a partir de 1857, trouxe uma explicação lógica e científica para a mediunidade, diferenciando-a das superstições e estabelecendo bases sólidas para seu estudo. Kardec classificou os diferentes tipos de mediunidade e demonstrou que a comunicação espiritual ocorre sob leis naturais, sendo um fenômeno inerente à condição humana. Através de O Livro dos Médiuns, ele sistematizou os mecanismos da mediunidade e ofereceu diretrizes para o desenvolvimento seguro e responsável dessa faculdade.

A codificação espírita retomou a cultura mediúnica com base científica, moral e filosófica. Kardec classificou os diversos tipos de mediunidade e demonstrou que a comunicação espiritual segue leis naturais. 

Chico Xavier, um dos maiores médiuns da história, trouxe mensagens e obras que ampliaram ainda mais o conhecimento sobre a interação entre os mundos material e espiritual. O Espírito André Luiz, em obras como Mecanismos da Mediunidade e Evolução em Dois Mundos, explicou os processos energéticos e psíquicos envolvidos na mediunidade, ressaltando sua importância na evolução do ser humano.

No século XX, Léon Denis, Gabriel Delanne e J. Herculano Pires aprofundaram o estudo, complementando o quadro com filosofia espírita histórica e cultura do Invisível. A mediunidade continuou evoluindo como instrumento de consolo, ensino e clarificação espiritual, especialmente através das obras psicografadas de Chico Xavier. 

Atualmente, a mediunidade continua sendo objeto de estudo, com pesquisas que buscam comprovar cientificamente a existência da comunicação espiritual. O avanço das neurociências, da parapsicologia e da física quântica tem lançado novas luzes sobre os fenômenos mediúnicos, demonstrando que a interação entre os planos físico e espiritual é um campo vasto e repleto de possibilidades.

Assim, ao longo da história, a mediunidade tem sido um instrumento de progresso e esclarecimento, contribuindo para a evolução moral e intelectual da humanidade. Seu estudo responsável e criterioso permite um maior entendimento da vida e da continuidade da existência além da matéria, oferecendo conforto e esperança àqueles que buscam compreender o verdadeiro sentido da existência.

📌 FAQ – Perguntas Frequentes

O fenômeno mediúnico sempre existiu?

Sim. Registros em culturas antigas, oráculos, profetas e místicos mostram que a mediunidade é uma realidade humana presente desde muito antes da codificação espírita.

Quando surgiu o Espiritismo organizado?

No século XIX, com Allan Kardec reunindo estudos e classificações dos fenômenos mediúnicos, resultando em bases científicas e morais para seu desenvolvimento.

Qual a importância da codificação espírita?

Ela forneceu método, critérios de análise e base filosófica sólida, transformando fenômenos dispersos em uma doutrina estruturada.

🎯 Expressão do Invisível

O fenômeno mediúnico atravessa tempos e culturas como via de expressão do invisível. A Doutrina Espírita consolidou seu entendimento, oferecendo segurança e sentido ao estudo mediúnico. Explore outros artigos sobre o tema em nosso blog.

🔗 Leitura complementar:

📘 Referências Bibliográficas

  • KARDEC, Allan. O Livro dos Médiuns. Brasília: FEB, 2022.
  • DELANNÉ, Gabriel. O Fenômeno Espírita, cap. 1.
  • LÉON DENIS. No Invisível, cap. 26.
  • ANDRÉ LUIZ (psicografado por Chico Xavier). Mecanismos da Mediunidade; Evolução em Dois Mundos, cap. 17.

"O Despertar da Mediunidade", de Tania Fernandes, é uma obra esclarecedora e acolhedora, voltada tanto para iniciantes quanto para estudiosos da Doutrina Espírita. Com uma linguagem acessível, a autora aborda os primeiros sinais da mediunidade, os desafios enfrentados pelos médiuns em processo de descoberta e a importância do equilíbrio emocional e moral nesse despertar. A obra enfatiza a necessidade do autoconhecimento, da disciplina e do estudo sério da Doutrina Espírita, trazendo relatos, orientações práticas e fundamentos doutrinários com base em Allan Kardec e autores clássicos. É uma leitura valiosa para quem deseja compreender o papel da mediunidade na evolução espiritual e vivenciá-la com responsabilidade e amor cristão. 

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