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Destaques

Entre o Orgulho e a humildade: a escolha que define destinos

No capítulo 7 de O Evangelho Segundo o Espiritismo , intitulado “Bem-aventurados os pobres de espírito”, encontramos um dos ensinamentos mais profundos e ao mesmo tempo mais mal compreendidos do Cristo. Quando Jesus declara: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus”, Ele não está exaltando a ignorância intelectual, nem incentivando a falta de esforço pelo conhecimento. Ao contrário, está nos convidando a refletir sobre a humildade — essa virtude silenciosa que sustenta todas as demais. Ser “pobre de espírito” é ser simples de coração. É não se considerar acima de ninguém. É compreender que, diante de Deus, todos somos aprendizes em diferentes estágios da jornada evolutiva. A tendência humana, entretanto, é outra: é a de se crer acima de tudo e de todos. O orgulho é uma sombra que nos acompanha desde as experiências mais primitivas. Ele se manifesta quando acreditamos que sabemos mais, que somos melhores, que nossa dor é maior, que nossa opinião é superio...

Relações no Além-túmulo: Simpatias e Antipatias

                             

As relações no além-túmulo não se encerram com a morte do corpo físico. Elas refletem as afinidades e divergências cultivadas durante a vida terrena. Os Espíritos reencontram aqueles com quem compartilharam experiências, estabelecendo laços de simpatia ou mantendo sentimentos de antipatia, conforme as afinidades morais e espirituais.

Simpatias Espirituais

Os Espíritos afins se reúnem devido às vibrações que emitem, formando grupos ou colônias espirituais onde predominam sentimentos de fraternidade e aprendizado. Essas relações são baseadas no amor e na elevação moral, fortalecendo-se ao longo das reencarnações. Quem trilhou caminhos de bondade tende a reencontrar-se com almas afins, auxiliando-se mutuamente no progresso espiritual.

Dica doutrinária: André Luiz descreve em "Nosso Lar" como Espíritos benevolentes se agrupam para orientar os encarnados, refletindo a lei de afinidade.

Antipatias Espirituais

Os Espíritos que mantêm sentimentos negativos, como ódio ou ressentimento, podem permanecer vinculados por laços de antipatia. Essas relações dificultam o progresso espiritual, mas a lei divina oferece sempre oportunidades de reconciliação, seja no plano espiritual, seja em futuras encarnações.

"O mal que fazemos aos outros não nos abandona com a morte; ele nos segue até que aprendamos a reparação e o perdão." – O Livro dos Espíritos, Questão 659

Sintonia Vibratória

A sintonia vibratória é fundamental: Espíritos de mesma natureza moral se atraem e convivem em esferas compatíveis com seu grau evolutivo. Os bons Espíritos unem-se pelo desejo de progresso e amor ao próximo; os inferiores permanecem juntos por sintonia com suas imperfeições. O destino espiritual é consequência direta das escolhas e ações de cada um.

Transformação Através do Amor

Ninguém está condenado eternamente a relações de ódio. O perdão e o amor permitem superar diferenças e reconstruir laços rompidos. Cada Espírito pode transformar suas relações futuras trabalhando a renovação íntima e fortalecendo virtudes. O aprendizado contínuo leva ao reencontro com aqueles que verdadeiramente amamos, promovendo a harmonia espiritual.

Por Alexandre Cunha - O Homem no Mundo

Referências Bibliográficas

  • KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. FEB, 1857.
  • ANDRÉ LUIZ (Chico Xavier). Nosso Lar. FEB, 1944.
  • DENIS, Léon. Depois da Morte. FEB, 1922.
  • FRANCO, Divaldo; MIRANDA, Manoel P. de. Temas da Vida e da Morte. LEAL, 2001.
  • PERALVA, Martins. Estudando a Mediunidade. FEB, 1970.
  • XAVIER, Chico; ANDRÉ LUIZ. Mecanismos da Mediunidade. FEB, 1993.

Estudando a Mediunidade, de Martins Peralva, é uma obra clássica do espiritismo que aborda de forma prática e doutrinária o desenvolvimento e o exercício da mediunidade. Destinado a médiuns iniciantes e estudiosos da Doutrina Espírita, o livro oferece orientações precisas sobre como reconhecer, aprimorar e equilibrar as faculdades mediúnicas, sempre pautadas pela ética, disciplina e evolução moral. A obra detalha os diferentes tipos de mediunidade, suas manifestações, dificuldades e cuidados necessários para evitar equívocos, animismo ou interferências de espíritos menos elevados. Peralva enfatiza a importância do preparo moral e espiritual do médium, alertando sobre os riscos de práticas desregradas e a necessidade de orientação de pessoas experientes e comprometidas com os princípios espíritas.

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