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Entre o Orgulho e a humildade: a escolha que define destinos

No capítulo 7 de O Evangelho Segundo o Espiritismo , intitulado “Bem-aventurados os pobres de espírito”, encontramos um dos ensinamentos mais profundos e ao mesmo tempo mais mal compreendidos do Cristo. Quando Jesus declara: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus”, Ele não está exaltando a ignorância intelectual, nem incentivando a falta de esforço pelo conhecimento. Ao contrário, está nos convidando a refletir sobre a humildade — essa virtude silenciosa que sustenta todas as demais. Ser “pobre de espírito” é ser simples de coração. É não se considerar acima de ninguém. É compreender que, diante de Deus, todos somos aprendizes em diferentes estágios da jornada evolutiva. A tendência humana, entretanto, é outra: é a de se crer acima de tudo e de todos. O orgulho é uma sombra que nos acompanha desde as experiências mais primitivas. Ele se manifesta quando acreditamos que sabemos mais, que somos melhores, que nossa dor é maior, que nossa opinião é superio...

A Vestimenta dos Desencarnados

 


No mundo espiritual, a vestimenta dos desencarnados não é um mero detalhe estético, mas uma expressão da condição íntima de cada espírito. Diferente da matéria densa da Terra, as roupas que envolvem os espíritos são moldadas pelo pensamento e refletem o estado moral e emocional de quem as utiliza. Espíritos elevados apresentam-se com vestes luminosas, de tecidos diáfanos e formas harmoniosas, enquanto aqueles que ainda se encontram em sofrimento ou ignorância podem ostentar roupas escuras, desalinhadas e, por vezes, em farrapos, demonstrando o peso de suas vibrações.

A aparência dos desencarnados não é fixa, pois a plasticidade do perispírito permite que a vontade e a sintonia mental alterem sua forma. Muitas almas, ao atravessarem a fronteira entre a vida material e a espiritual, mantêm por algum tempo a mesma indumentária que usavam no momento do desenlace, pois apegam-se às imagens que lhes são familiares. Essa persistência ocorre especialmente com espíritos que ainda não compreenderam plenamente sua nova realidade, seja pelo choque do desencarne ou pelo peso de suas emoções e crenças. Aqueles que desencarnam abruptamente, vítimas de acidentes ou violências, podem manter as marcas de sua passagem dolorosa, inclusive nas vestes, que refletem sua condição vibratória.

Nas regiões inferiores do plano espiritual, onde se reúnem almas em desalinho moral ou em perturbação profunda, os trajes podem ser sombrios e disformes, como um reflexo da turbulência interior desses seres. Espíritos dominados pelo ódio, pelo egoísmo ou pelo apego às sensações grosseiras frequentemente se apresentam em andrajos, plasmando vestimentas degradadas que denunciam sua sintonia com os estados mais densos da existência espiritual. Entretanto, à medida que se libertam das influências negativas e despertam para novas percepções, suas vestes se transformam, tornando-se mais harmoniosas, assim como seu semblante e postura.

Nas colônias espirituais e nos postos de socorro onde trabalham espíritos dedicados ao bem, a vestimenta é simples, mas irradia paz e serenidade. Os servidores do amor e da caridade se apresentam com túnicas leves e luminosas, ajustadas à sua missão e ao grau de elevação que possuem. Não há necessidade de adornos supérfluos ou de ostentação, pois o que realmente identifica um espírito superior não é sua vestimenta, mas a luz que dele emana.

Assim, a indumentária dos espíritos é uma manifestação do seu estado íntimo, traduzindo suas emoções, pensamentos e méritos adquiridos. Nas esferas mais elevadas, a vestimenta é um reflexo da pureza interior, enquanto nos círculos inferiores ela revela as dores e os tormentos ainda não resolvidos. Com o tempo e com a evolução, os espíritos modificam sua aparência, tal como sua essência, até que suas vestes, enfim, reflitam a verdadeira luz que carregam na alma.

Fonte do estudo: O livro dos Médiuns, capítulo 8 | Livro Devassando o Invisível, capítulo 2 de Yvonne do Amaral | Livro Voltei, capítulo 15,  de Chico Xavier pelo Espírito Irmão Jacob | Livro Libertação, capítulo 20, de Chico Xavier pelo Espírito André Luiz.

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